Pistola Taurus PT-57 e suas Variações
dfgfg
As empresas Taurus, contando com sua subsidiária Taurus Armas, é hoje, reconhecidamente, uma das maiores fabricantes de armas do mundo, exportando para mais de 70 países e com fábrica no Brasil e nos USA. Começou suas atividades, timidamente, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, ha quase 70 anos atrás. Produziu seu primeiro revólver no ano de 1941, o qual incorporava soluções das armas similares da época, como os revólveres da Colt, Smith & Wesson e alguns outros de fabricação espanhola, comuns por aqui na época. Este primeiro modelo, um revólver calibre .38 SPL de 6 tiros, foi denominado de modelo 38101SO.
Em 1968, já lider de mercado no Brasil em armas curtas, a empresa resolveu enfrentar o mercado norte-americano, o mais competitivo do mundo neste ramo, e não fez feio. Em pouco tempo, vendia mais revólveres naquele país do que alguns fabricantes locais. Neste meio tempo, a Smith & Wesson havia adquirido o conglomerado Bangor Punta que, em 1970, adquiriu 54% das ações da Taurus. Na verdade, ao contrário do que muitos imaginam, a Smith & Wesson nunca foi proprietária da Taurus, mas, durante esses anos muito da tecnologia da S&W foi passada à Taurus, e vice-versa! Atualmente a Taurus Armas não mais possui nenhuma relação com a Bangor Punta.
Em 1974, a Pietro Beretta, a mais antiga fabricante de armas no mundo, ainda em atividade, ganhou um importante contrato com o governo para o fornecimento das recém adotadas pistolas M975, e esse contrato incluía uma fábrica brasileira contando com mão de obra local, o que foi levado à cabo em São Paulo. Até 1980, a Beretta forneceu cerca de 40.000 pistolas para as Forças Armadas Brasileiras, mas, com o término desse contrato, em 30 de junho de 1980, vendeu todas suas operações no Brasil para a Taurus, processo que incluiu desde desenhos, ferramental, maquinários e uma mão de obra já especializada. A razão social dessa nova empresa passou a ser Taurus S/A Armas Militares e Civis. A Taurus passou, então, a ser a fornecedora exclusiva das pistolas M975 para o Exército. Esta arma é, na verdade, a mesma pistola Beretta mod. 92 adotada pelo governo Norte-Americano, chamada militarmente de M9, em substituição às Colt modelo 1911, em calibre .45ACP. Em 1986 a razão social passou a ser Forjas Taurus, filial São Paulo, e em junho de 1993 essa filial de São Paulo foi definitivamente fechada.
Em 04 de Abril de 1982, pegando um gancho no projeto da PT-92 e também da PT-99, a Taurus, que já se beneficiava da tecnologia da Beretta na produção das pequenas versões atualizadas das antigas Beretta mod. 950 nos calibres .22 Short e 6,35mm Browning, resolve lançar uma pistola semi-automática em calibre 7,65mm, até então sem similar no mercado nacional. A primeira pistola PT-57 produzida levou o número de série J00101.
Nesta oportunidade, o calibre 7,65mm Browning, que é também chamado de .32 AUTO, era o maior calibre permitido no país para uso neste tipo de arma. Posteriormente a legislação alterou este limite até o calibre 9mm Browning Curto, ou como é mais conhecido, o .380ACP (Portaria Nº 1.237 de 01 de dezembro de 1987, do Exército Brasileiro) . Assim, na ocasião, a PT-57 S (Standard) e as pequenas pistolas 6,35mm e .22, derivadas do projeto Beretta, tornaram-se as únicas opções em pistolas semi-automáticas, com utilização permitida aos civis.
Um dos primeiros modelos da PT-57-S, que eram dotados de placas de empunhadura confeccionadas em madeira de lei, com acabamento liso encerado. (foto do autor)
Como a nova PT-57 seguia basicamente o mesmo projeto da PT-92, resultou em uma arma avantajada para o calibre, o que vai diretamente na contra-mão de uma das poucas vantagens do calibre 7,65mm, que é a de permitir armas leves, de pequeno porte, facilmente transportadas e dissimuladas. A PT-57, entretanto, passa bem longe disso pois manteve a mesma estrutura “large-frame” da sua originária PT-92. Manteve-se, nesse novo projeto, a armação feita em alumínio ASTM7075 (Ergal), com o ferrolho fabricado em aço forjado SAE4140.
Por outro lado, em relação à maioria das pistolas deste calibre encontradas por aqui na época, como as americanas Colt 1903, as belgas FN Browning 1910 e as alemãs Mauser modelo 1914 e Walther PP e PPK, ela tinha a vantagem do poder de fogo maior, visto que seu carregador bifilar comportava 13 cartuchos, contra os 8, em média, da maioria das concorrentes. Outra grande vantagem era que, devido ao seu porte, tinha excelente empunhadura, muito mais anatômica e ideal para “mãos grandes”, facilitando o manuseio e precisão de tiro.
A pistola utiliza o sistema de “dupla-ação”, ou seja, estando o cão desengatilhado, pode ser disparada somente com o acionamento do gatilho. Tal ação é um pouco pesada e de curso longo, tanto ou mais que um revólver comum, mas é necessária somente para o primeiro disparo. Depois dele, a arma dispara em ação simples, com uma pressão do gatilho bem mais suave, apesar de que a tecla do mesmo fica posicionada bem mais para trás. O sistema de dupla-ação em pistolas semi-automáticas é muito vantajoso, uma vez que se pode portar a arma em razoável segurança, com uma munição na camara e o cão baixado. No caso de uso emergencial, não é necessário se armar o cão manualmente. A PT-57 possui capacidade de 13 cartuchos em seu carregador bifilar, fabricado em chapa estampada e soldado a ponto, e que, a bem da verdade, é difícil e duro de ser carregado após a inserção de cerca de 10 cartuchos.
(Foto) O carregador é em acabamento oxidado e possui tres orifícios numerados 4, 9 e 13, que facilitam a visualização da quantidade de munição existente.
A PT-57S é uma arma que usa o sistema de fechamento de massa inercial (blow-back), ou seja, não utiliza uma trava de culatra e/ou curto recuo de cano, como ocorre com a mais potente PT-92. O relativamente fraco cartucho 7,65mm, ainda mais perante uma arma de tamanha robustez, por si só, elimina esse tipo de preocupação e barateia o projeto. Portanto, o cano é fixo e somente a força da mola recuperadora mantém o ferrolho em sua posição inicial. Os primeiros exemplares da arma já demonstravam um esmerado acabamento.
O ferrolho, em aço, possui acabamento oxidado brilhante; o cano possui acabamento oxidado fosco. A armação, que é feita em alumínio, recebe uma dosagem harmoniosa de acabamento anodizado alternando entre fosco e brilhante. A tecla do gatilho é lisa mas a parte frontal e traseira da empunhadura é ranhurada no sentido vertical, em muito bom relevo, que oferece uma excelente “pegada”. O serrilhado na parte superior do cão é também bastante firme, auxiliando o desengatilhar da arma em segurança. O posicionamento do botão retém do carregador foi muito criticado na época, pois é virtualmente impossível de se expulsar o carregador com uma só das mãos. Fica localizado na parte inferior da empunhadura, do lado esquerdo da arma.
Lado direito da PT-57 -S: este modelo ainda não possuía a trava de segurança deste lado. O pequeno botão ovalado, acima do guarda-mato, é utilizado para a desmontagem parcial da arma.
Posteriormente, a Taurus corrigiu essa falha mudando o botão para a posição mais universalmente adotada, na parte porterior do guarda-mato, acionado facilmente pelo polegar. A pistola possui uma trava de segurança, posicionada na parte traseira da armação, só do lado esquerdo, mas facilmente alternada de posição com o uso do polegar. Um ponto vermelho no ferrolho alerta para a posição destravada. Com o cão em repouso, essa trava evita a abertura do ferrolho e evita que o gatilho seja acionado. Quando a trava é acionada com a arma engatilhada, evita o disparo da arma em “ação-simples”. A PT57 não possui sistema “decocker”, que desarma o cão automaticamente quando a segurança é acionada.
Aqui vemos a PT-57 S com o ferrolho aberto, posição que assume automaticamente após o último disparo. Note a tecla lateral na posição levantada, que mantém o ferrolho aberto. Após a inserção de um novo carregador, é necessária uma pressão para baixo, utilizando-se o polegar, para liberar o ferrolho. (foto do autor)
Inusitadamente para a grande maioria das pistolas neste calibre, destinadas ao uso civil, a PT-57 possui um dispositivo para manter o ferrolho aberto (hold-open) no caso de ter sido disparado o último cartucho, o que facilita muito para se colocar a arma rapidamente em uso, somente com a inserção de um carregador municiado e pressionando essa tecla para baixo para se fechar o ferrolho.
A pistola em sua desmontagem parcial, processo muito simples e rápido. De cima para baixo, ferrolho, armação, cano, mola recuperadora, guia da mola e carregador. O cano se encaixa na armação através de ranhuras laterais e o guia da mola recuperadora auxilia na remontagem. (foto do autor)
A desmontagem da arma é simples. Retira-se o carregador, pressiona-se um ressalto do lado direito da arma, logo à frente do guarda-mato e, ao mesmo tempo, gira-se para baixo a pequena tecla do lado esquerdo, acima do guarda-mato. Segura-se firmemente o ferrolho e alivia-se a pressão exercida pela mola recuperadora; retira-se então pela frente o conjunto cano, ferrolho e mola recuperadora, deslizando-o para fora da armação. Cuidado para não deixar escapar a mola e sua guia, ainda presa através de um ressalto sob o cano. A seguir, com cuidado solta-se a mola de seu encaixe e em seguida retira-se o cano de seu alojamento no ferrolho. Veja a sequencia de desmontagem nas fotos abaixo.

A mola recuperadora e seu guia, presos pela pressão da mola em um encaixe abaixo do cano. Essa posição tem que ser refeita antes da remontagem da arma .
Atirar com a PT-57, mesmo com essa versão que não dispõe de alça de mira regulável, é um prazer. O recuo é mínimo, em virtude do peso e da excelente empunhadura, o gatilho é macio e a precisão é muito boa. Em uma sequencia de tiros rápidos, isso ajuda a manter um bom grupamento de impactos no alvo. A alça de mira fixa da PT-57S é ajustada na fábrica em uma regulagem que tende a elevar um pouco a trajetória, em aproximadamente 10 cm, à distância de 25 metros. Portanto, a essa distância deve-se mirar cerca de 10 cm abaixo do centro do alvo. Para os amantes da recarga, em virtude da alta resistência desta arma em relação ao seu calibre, podemos, dentro de uma margem de segurança, tomar a liberdade de se efetuar recargas um pouco mais potentes do que a utilizada pelo fabricante CBC.
Há inclusive casos conhecidos de transformações efetuadas na PT-57 para se utilizar o cartucho .380ACP, como uma espécie de “fake” PT-58. Na verdade, com a simples troca do cano e mantendo-se o mesmo carregador, pode-se utilizar cartuchos .380ACP. Cabe lembrar, entretanto, que esta transformação é ilegal, a menos que a arma seja devidamente recadastrada ou tenha seus dados devidamente informados e alterados nos órgãos competentes.

Detalhe da parte traseira da armação, onde se pode ver o grande extrator e, sobressaindo-se da parte superior da tala, o dispositivo desconector do gatilho, peça que evita que a arma seja disparada com o ferrolho parcialmente aberto e que permite, também, o reengatilhamento do cão mesmo com o gatilho esteja pressionado. (foto do autor)
Na mesma época, a Taurus lançou uma versão, denominada de PT-57 TA, voltada aos atiradores esportivos, dotada de alça de mira com regulagem micrométrica e com uma alteração na pressão de gatilho, um pouco mais leve que a existente no modelo normal.

Vista em Raios-X da PT-57 (Taurus Armas)
A Taurus PT-57S AMF, modelo posterior à PT-57S, lançada em 1984, com a mudança do botão ejetor do carregador para perto do guarda-mato e ainda mantendo as talas em madeira lisa.
Durante os primeiros anos de produção a Taurus produziu em suas próprias instalações um coldre confeccionado em couro, produto muito bem acabado e com alta qualidade de materiais empregados. Esse coldre era vendido separadamente da arma mas consta que alguns logistas o ofereciam até como brinde aos clientes que adquirissem a arma.
Acima, o coldre produzido pela Taurus especificamente para a PT-57, fotos cedidas gentilmente pelo leitor E. Tamberg, que adverte para o fato de ter sido projetado com o gatilho exposto, comprometendo a segurança. Porém, a alça superior que mantém a arma fixa, abraça o cão com firmeza, o que impediria da arma ser disparada dentro do coldre.
Resumindo, apesar de ter sido substituída pelas pouco mais potentes e menores pistolas em calibre .380, como é o caso da sucessora PT-58, a PT-57 ainda é uma interessante opção para amantes do tiro, não sendo, entretanto, uma arma ideal para defesa. O calibre 7,65mm Browning, apesar de ter sido utilizado largamente, pelo menos na Europa, em forças policiais e até militarmente, não é um calibre com suficiente “poder de parada”. A bem da verdade, nem mesmo seu irmão maior, o .380ACP, representa muita mudança neste sentido. Balisticamente falando, em termos de potência efetiva, a diferença entre os dois cartuchos é pequena. Mas, como hoje a lei permite o uso do .380ACP, incluindo-o na lista de calibres permitidos para uso civil, nada mais justo que ele tenha maior preferência no mercado, o que levou a Taurus a retirar a PT-57 da sua linha de produção.
Mesmo assim, como um recurso para prolongar um pouco mais a vida da arma, em 1987 a Taurus lança o modelo PT-57SC, cujo cano passou de 117 mm a 102 mm de comprimento e redução substancial no peso e no tamanho da arma. Com essas mudanças, a pistola passou a ostentar um porte bem mais condizente com o seu calibre, abandonando o tamanho original, oriundo da pistola PT-92 em calibre 9mm Parabellum.
Sòmente visando o mercado de exportação, principalmente na Europa, a Taurus ainda manteve uma versão da PT-57 com as mesmas características encontradas nos modelos recentes da PT-58, cuja fotografia se vê acima, o modelo PT-57 SC. A arma foi reduzida em tamanho, tanto na empunhadura como no comprimento do cano; o botão de extração do carregador passou a ser posicionado perto do gatilho; foi implementado o sistema denominado “decocking” (que desarma o cão de forma segura, mesmo com munição na câmara), a trava de segurança agora é ambi-destra, mudanças que resultaram em uma pistola bem mais condizente com o calibre, elegante e leve. Na verdade, a variante SC já foi produzida anteriormente, para venda local, como uma alternativa menor e mais leve à variante S.
Acima (foto do autor), vemos o modelo SC (embaixo) e o modelo S (em cima). Ambas eram fornecidas com talas de madeira lisa, substituídas posteriormente por talas em plástico. Um detalhe interessante é de que as talas de madeira lisa foram utilizadas somente durante o período em que a Taurus produzia essa pistola em São Paulo. Após a ida da produção para Porto Alegre, houve um curto período em que as talas de madeira passaram a ser zigrinadas, e não lisas, isso por volta de 1994 a 1996. Mesmo hoje em dia é difícil de se encontrar pistolas desse modelo. Após esse breve período as talas passaram a ser de plástico preto.
Note o menor comprimento da empunhadura da SC, mas o carregador vem com prolongador, o que mantém a mesma capacidade da S. Além de cano e ferrolho, o guarda-mato também foi diminuído bem como o gatilho, para deixar a pistola mais estéticamente aceitável.
Veja acima as diferenças de dimensões dos carregadores: Na figura da esquerda, acima está a PT57S e embaixo a SC. A largura do carregador é a mesma mas a profundidade é bem menor.
Na figura acima, os dois carregadores lado a lado, o da PT57SC em cima e da PT57S embaixo. Note o prolongador plástico no carregador da SC, o que lhe dá a mesma capacidade do usado na 57S.
Acima, vista explodida da PT-57 (Taurus Armas)
PEÇA Nº NOMENCLATURA
1 MOLA DO CARREGADOR
2 CHAPA DA MOLA DO CARREGADOR
3 FUNDO DO CARREGADOR
4 CANO
5 FERROLHO
6 MOLA RECUPERADO
7 SUB CONJ. DA GUIA DA MOLA RECUPERADORA
8 EXTRATOR
9 PINO DO EXTRATOR
10 MOLA DO EXTRATOR
11 VÉRTICE DE MIRA
12 PERCUSSOR
13 MOLA DO PERCUSSOR
14 ARMAÇÃO
15 ALAVANCA DE DESMONTAGEM
16 RETEM DA ALAVANCA DE DESMONTAGEM
17 MOLA DO RETEM DA ALAVANCA DE DESMONTAGEM
18 RETEM DO FERROLHO
19 MOLA DO RETEM DO FERROLHO
20 GATILHO
21 EIXO DO GATILHO
22 MOLA DO GATILHO
23 TIRANTE DO GATILHO
24 MOLA DO TIRANTE DO GATILHO
25 REGISTRO DE SEGURANÇA
26 PINO DO REGISTRO DE SEGURANÇA
27 MERGULHADOR DO REGISTRO DE SEGURANÇA
28 MOLA DO MERGULHADOR DO REGISTRO DE SEGURANÇA
29 EJETOR
30 PINO DE EJETOR
31 BUCHA DO CÃO
32 CÃO
33 EIXO DO CÃO
34 GUIA DA MOLA DO CÃO
35 MOLA DO CÃO
36 APOIO DA MOLA DO CÃO
37 PINO DO APOIO DA MOLA DO CÃO
38 EIXO DA ARMADILHA
39 MOLA DA ARMADILHA
40 ARMADILHA
41 RETEM DO CARREGADOR
42 MOLA DO RETEM DO CARREDADOR
43 BOTÃO DO RETEM DO CARREGADOR
44 PINO DO ESTOJO DO RETEM DO CARREGADOR
45 BUCHA DA PLACA DE PUNHO
46 PARAFUSO DA PLACA DE PUNHO
47 PLACA DE PUNHO ESQUERDO
48 PLACA DE PUNHO DIREITO
49 CARREGADOR
50 SUB CONJ. DO TRANSPORTADOR
As características básicas desta arma são as seguintes:
Sistema de dupla-ação, “blow-back”, cano fixo, calibre 7,65mm Browning (.32 AUTO ou ACP), capacidade de 13 cartuchos no carregador, comprimento de 200mm, peso desmuniciada de 0,980Kg, cano com 6 raias à esquerda, massa e alça de mira fixas, alça de mira regulável opcional no modelo TA , percussor a lance inercial (evita disparos acidentais mesmo em caso de impactos diretos sobre o cão) e trava de segurança bloqueando disparo mais o ferrolho, na posição fechada. Foi descontinuada e substituída por modelos similares, como a PT-58, mas em calibre .380 ACP.
Códigos utilizados nas pistolas Taurus: Segue tabela de códigos e datas de fabricação adotados pela Taurus a partir de 1987:
A partir de 1987 as pistolas da TAURUS contam com numeração de série alfanumérica, composta de três letras e seguidas de cinco algarismos, conforme nos informa o livro “Taurus, Uma Garantia de Segurança”, do autor Domingos Tochetto e João Alberto Weingaertner. A primeira letra indica o calibre, a segunda, o ano de fabricação e a terceira, o mês de fabricação de cada pistola. O mesmo sistema foi adotado para numeração dos revólveres.
As letras que indicam o calibre são:
Axy – calibre .22 LR
Dxy – calibre 6,35 mm
Fxy – calibre 7,65 mm
Gxy – calibre 380 ACP
Txy – calibre 9 mm
Kxy – calibre .380 ACP
Sxy – calibre .40 S&W
onde x se refere ao ano e y se refere ao mes de produção.
O ano de fabricação (x) inicia-se com A (1981) até Z (2006). A partir de 2007, retorna a letra A indo até Z, para 2030. A letra y (mes) inicia em janeiro (A) e vai até dezembro (L), para os anos de 1981 a 2006. Para 2007 até 2009, janeiro é (M) e dezembro é (Y). A partir de 2010 a 2030, janeiro também é M e dezembro é Z.
Atingido o nº 99999 para um mesmo calibre, o serial é reiniciado em 00001, assim como, quando for atingida a última letra do alfabeto, reinicia-se com a letra A. Pela tabela antiga, a letra E equivaleria ao ano de 1985 (1991 seria a letra K). Porém, a Taurus adotou o sistema alfanumérico em pistolas 7,65mm a partir da arma FGJ00001, ou seja, outubro de 1987. Ou seja, antes dessa data, os números seriais possuíam somente uma letra no início.
A tabela a seguir facilita um pouco o reconhecimento da numeração e suas datas:
Pelo fato desse sistema ser alfanumérico, ele se esgota a cada 26 anos (a letra Z equivale a 2006). Portanto, em 2007 voltou-se a utilizar a letra “A” para designar o ano de fabricação. Para evitar repetição dos números em armas produzidas depois de 2007, as letras designativas do mês de fabricação começam com a 13ª letra do alfabeto, ou seja M para janeiro, N para fevereiro, O para março e assim sucessivamente. Portanto, um código serial como FEX, por exemplo, indica como sendo o mês de Novembro de 2011 a fabricação da arma.
Armas destinadas à uso pelas Forças Armadas seguem padrão específico de numeração, com duas letras e cinco dígitos. As duas letras iniciais são EB para Exército, MB para Marinha e MA para a Aeronáutica.
A partir de outubro de 2019 a Taurus modificou seu sistema de numeração serial. Continuou com o formato de tres letras e cinco números, porém, o significado das letras sofreu alteração. A partir dessa data, as duas primeiras letras indicam o ano de fabricação, sendo que AA é o ano de 2019, AB é 2020, AC é 2021 e assim por diante. A terceira letra é o mes, variando então de A=janeiro até L=dezembro. Esse novo método será usado em todas as armas do fabricante, não só nas pistolas.
Quanto aos modelos temos o seguinte:
S – standard
C – compacta
TA – tiro ao alvo
A – ambidestra
M – maior capacidade de fogo
F – fire pin block (trava do percutor)
D – desarmador do cão
Dessa forma surgem os conjuntos de gravações mais conhecidas: SS, SC, TA, AF, AMF ou SAMF.
Ex: PT 58 SS, PT 100 AF, etc.
****** ***** ******




















Olá senhores, eu fiz esse teste e não serve. O carregador da amf tem maior espessura do que a sc.
Juvenil Costa
23/04/2013 at 13:16
André, a princípio penso que pode, sendo que as duas possuem o retém do carregador atrás do gatilho; porém, o carrefgdor da AMF ficará um pouco exposto, na base da SC, pois os comprimentos não são os mesmos.
Carlos F P Neto
20/04/2013 at 17:46
Posso usar o carregador da pt 57amf na pt57sc.
Andre Silva
20/04/2013 at 14:41
Olá André Silva. O armeiro ideal é o Edson Karam de Porto Alegre, que foi o armeiro que criou essa pistola, derivada da Taurus militar 9mm. Ele trabalha para a Taurus até hoje, aos 84 anos, mas está se aposentando. Se tu quer restaurar totalmente esta arma, agora é a hora e tem de ser com ele…Pode envia-la para minha loja e eu encaminho para você.
Henrique Andrade Nogueira
17/04/2013 at 16:30
André, só conhecemos em São Paulo. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
17/04/2013 at 16:08
Amigos do armas online,gostaria de saber se conhecem um bom restaurador.Pois tenho uma pt 57s(1981)ja estar com mais de trinta .
Andre Silva
16/04/2013 at 14:45
Davilson, não existe atualmente nenhuma pistola fabricada no Brasil em calibre 7,65mm Browning. Abraços.
Carlos F P Neto
28/03/2013 at 17:36
Eu gostaria de saber se há alguma pistola 7.65 brasileira com 8 tiros. e onde encontra-la para comprar.
Davilson Mafra Silva
28/03/2013 at 16:59
Henrique, a minha PT 57 S tem estas placas, consegui no material belico do meu quartel, sou da FAB e como meu quartel ainda utiliza PT 92 9mm (são as mesmas placas), devem ter algumas placas perdidas por la, vou ver segunda feira, se tiver, te faço um precinho joia, se não, podemos negociar as minhas, pus elas porque tem um formato mais anatomico do que as de madeira, e são mais gordinhas do que aquela empunhadura da combat mod PT99.
anota meu email: sgtorodriguesqta@hotmail.com
casioconan
28/03/2013 at 14:59
Henrique, infelizmente não tenho como ajudá-lo nisso, mas quem sabe surgirá alguém que poderá lhe conseguir a peça. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
28/03/2013 at 12:17
Olá amigos do Armas On Line, eu estou a procura da face esquerda das placas pretas plásticas originais da Taurus para a pistola PT 57 S. Não é fácil encontrar isso hoje em dia, pois a arma saiu de linha em 1982. Mas, como tenho alguns contatos com armeiros, pois sou lojista no ramo, consegui achar uma placa direita perdida num deles e comprei. Hoje procuro a placa esquerda, que tem o recorte inferior no punho para o botão liberador do carregador. Elas são em plástico preto, metade zigrinada e metade lisa com o logotipo da taurus no centro. Se alguém vir em algum lugar ou dispor do par ou só a placa esquerda, por favor entre em contato se quiser vender. Agradeço:
Henrique A. Nogueira (henriquearmas@terra.com.br)
Henrique Andrade Nogueira
28/03/2013 at 10:15
Prezado Eusébio, nosso prazer é recíproco. Sua colocação está corretíssima: tanto Taurus PT-92 como Beretta M-92 ou M9 possuem chassis em alumínio. Houve mesmo um engano de nossa parte e o texto já foi devidamente corrigido. Grande abraço.
Carlos F P Neto
25/03/2013 at 9:00
Olá Carlos, como sempre é um grande prazer contactar um grande conhecedor de armas. No artigo acima notei a seguinte expressão “A fim de eliminar peso no projeto, optou-se pela armação em duralumínio ao invés da armação em aço da PT-92”.
A questão é a seguinte: A PT-92 já foi fabricada com armação em aço? Eu nunca vi um modelo, seja ele Beretta ou Taurus (M-92/PT-92) cujo chassi não fosse em liga de aluminio. Poderia me esclarecer esta dúvida? PS – Novamente, parabens pelo site e pelas postagens. Um abraço.
EUSÉBIO CORRÊA
FIDE ET LABORE.
EUSÉBIO CORRÊA
24/03/2013 at 21:08
Prezado Maia, todas as pistolas semi-automáticas em cal. 7,65mm (32 Auto)bem como o irmão maior 9mm Curto (380 ACP) são permitidas no Brasil para civís, ou seja, não são de calibre restrito.
Carlos F P Neto
23/03/2013 at 8:57
Gostaria de sabe se a PT 7.65 é de uso permitido a civil?
Maia Neto
22/03/2013 at 17:52
Henrique, sua informação é interessante e os dados postados no artigo podem estar equivocados. Vamos aprofundar a questão. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
11/03/2013 at 17:59
Olá amigo! O M, até onde eu sabia, significava “MAGAZINE” = carregador. Daí o nome do modelo: PT 57 AMF ou seja Pistola Taurus modelo 57 Ambisdestrous Magazine Fireblock ( Bloqueio Ambidestro do Carregador) Abraço:
Henrique Nogueira
Henrique Nogueira
09/03/2013 at 19:51
Juvenil, infelizmente não possuo os dados da Taurus para o serial dos revólveres. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
27/02/2013 at 16:53
Olá você nos mostrou a tabela para descobrir o ano e mes de fabricação das pistolas. Gostaria de saber se tem uma similar para revolveres. Gostaria de saber o ano de fabricação do meu revolver.
Juvenil Costa
27/02/2013 at 16:43
Allyson, entre em contato com um representante da Taurus. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
09/02/2013 at 18:33
Bom dia Carlos,
Tenho uma pistola igual a esta, e gostaria de saber se você conhece algum lugar que venda o item 19 que é a mola do retem do ferrolho.
Obrigado!
Allysson
09/02/2013 at 9:43
Prezado Adhemar, muito bem notada essa nossa falha, e já corrigida. Um abraço.
Carlos F P Neto
20/01/2013 at 14:50
Boa noite, Carlos!
No texto está dizendo que a “Taurus adotou o sistema alfanumérico em pistolas 7,65 a partir da arma FGJ 00001, ou seja, dezembro de 1987.” O correto não seria outubro de 1987?
Abraços!
Adhemar Moreira
19/01/2013 at 22:29
Thor, sim, o material é exatamente o mesmo, apenas sofre tingimento em outra cor que não o preto.
Carlos F P Neto
19/01/2013 at 15:25
Olá Carlos.
Andei pesquisando e vi que em algumas lojas já existe o modelo da Glock 25 (380) VERDE.
Sei que parece meio óbvio mas queria ter certeza de que a base é feita do mesmo polímero e é tão resistente quanto a preta mudando somente a cor mesmo.
Obrigado.
Thor
18/01/2013 at 21:16
Marcelo, infelizmente não conheço ninguém na sua região.
Carlos F P Neto
18/01/2013 at 17:07
Boa noite moro em barra mansa no estado do rj e gostaria de saber se alguem conhece um armeiro pois a minha arma esta com um problema, muito obrigado para o momento …
marcelo rassi
17/01/2013 at 20:02
Cristiano, dê uma olhada na vista explodida de nosso artigo; é somente a retirada de um pino (9), o mesmo que articula o extrator. Cuidado com a pequena mola do mesmo.
Carlos F P Neto
16/01/2013 at 20:14
como faço para extrair o percussor da pt 57?
Cristiano
16/01/2013 at 19:01
Hugo, opiniões pessoais nem sempre correspondem à realidade, mas particularmente eu considero a PT58S uma arma de muito boa qualidade, confiável e baseada num projeto de sucesso inquestionável, a Beretta Mod. 92, apesar de ter sido adaptada ao cartucho 380. Convivo com várias delas nos clubes de tiro, nas mãos de diversos atiradores, e raramente se reporta algum problema. Para defesa pessoal eu usaria a munição CBC EXPO +P Silver Point ou a EXPO +P Gold. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
29/11/2012 at 12:10
Boa tarde.
Gostaria de saber sobre a PT 58s. Gostaria de saber se é uma arma boa. E qual a muniçao recomendada. Vou usar para defesa pessoal, pois trabalho na area de segurança publica.
Desde já, agradeço.
Hugo Mota
29/11/2012 at 11:18
Prezado Nivaldo,
Com esses poucos dados, só é possível afirmar que, se o número de série da sua arma possui apenas uma letra em vez de três, ela foi fabricada antes de outubro de 1987.
Erick Tamberg
25/11/2012 at 18:00
Sim, existem carregadores para a AMF para 15 cartuchos.
Carlos F P Neto
04/11/2012 at 20:57
Boa Noite Carlos, tenho uma pt 57 S AMF, gostaria de tirar uma dúvida o pente que ela possui é de 15 tiros, porque será? Existe algumas com 15? inclusive tenho dificuldades em encontrar outro para comprar, aproveitando a numeração começa com M, saberia me dizer o ano de fabricação? Obrigado.
juliano
02/11/2012 at 21:15
Nivaldo, pelo método antigo, a letra E equivaleria ao ano de 1985.
Carlos F P Neto
01/11/2012 at 12:43
Nivaldo, há modelos da PT-57 com miras fixas e reguláveis, também.
Carlos F P Neto
31/10/2012 at 19:29
Aos colegas Carlos e Erick Tamberg.
Como afirmado anteriormente possuo um PT 57 SC 7,65mm, informo ao colega Carlos que minha arma possiu 6 raias à direita e o número da arma é bem antigo acredito eu E05351 assim, pergunto a ambos: Saberiam mais ou menos o ano de fabricação dela, pois o mês certamente é impossível, uma vez que a propria Taurus não soube nada.
Desde já agradeço, abraços
Nivaldo Dal-Ri Filho
Nivaldo Dal-Ri Filho
30/10/2012 at 16:06
Olá, caro colega Carlos.
Em sua resposta á pergunta do Sr. ELINEY MACIEL sobre a PT 57 SC 7,65mm, observei que o Sr. afirmou que ambas as miras são fixas.
A dúvida defui de que possuo uma PT 57 SC 7,65mm e a alça de mira não é fixa, tanto o é que já a desloquei para a direita para o ajuste fino da mira.
A massa realmente é fixa, mas a alça pode ser deslocada para a direita ou esquerda dependendo do ajuste.
Nivaldo Dal-Ri Filho
30/10/2012 at 15:25
Tales, a PT57 é uma pistola que funciona nos dois sistemas: ação simples e dupla. Uma vez que um cartucho seja introduzido na câmara, e em seguida o cão sendo desarmado, bastará puxar o gatilho (ação dupla) para que o cão se arme e dispare em seguida. Após esse primeiro disparo, o cão é armado pelo ferrolho e a partir daí arma funciona em ação simples. O texto do artigo descreve isso em mais detalhes.
Carlos F P Neto
25/10/2012 at 15:21
Caro Carlos, antes agradeço os artigos postados, estão ajudando a conhecer a minha PT57S que herdei de meu finado avô, está como se estivesse recem comprada, meu avô nunca a usou.
Não entendi este lance de dupla ação e ação simples, poderia exemplificar?
Abraços.
Tales
25/10/2012 at 10:31
Eliney, vamos lá: PT-57SC, calibre 32 Auto (7,65mm Browning), alma raiada, 4 raias D/E, 815 gramas de peso, capacidade de 12+1, dupla ação e ação simples, cano de 102mm, comprimento total 179mm, largura 41mm, corpo em alumínio e ferrolho e cano em aço, miras fixas. Um abraço.
Carlos F P Neto
23/10/2012 at 17:46
GOSTARIA DE SABER OS DADOS TÉCNICOS DA PT 57 SC TAIS COMO: ALMA, Nº DE RAIAS, TIPO DE FUNCIONAMENTO, COMPRIMENTO DO CANO EM POLEGADAS E COMPRIMENTO TOTAL, CAPACIDADE DO CARREGADOR E OUTRAS ESPECIFICAÇÕES. DESDE JÁ AGRADEÇO A AJUDA.
ELINEY MACIEL
22/10/2012 at 18:59
Prezado Erick, você como sempre nos brindando com seu vasto conhecimento; muito grato pela sua ajuda. abraços.
Carlos F P Neto
21/10/2012 at 13:23
Paulo Cesar,
Também possuo uma H&K VP 70 Z. O gatilho pesado é uma característica da arma, não defeito. Eu também demorei a me habituar a esse gatilho (ainda mais por estar antes acostumado com uma Imbel 1911 A-1), mas percebi que o projeto é bastante funcional para uma arma de combate. Por ser pesado e de deslocamento linear, é praticamente impossível dar as temidas “gatilhadas” com uma H&K VP-70 Z, mesmo sob situações de estresse. Esqueça tiros cuidadosamente visados: conduza seus treinos sob pressão e com velocidade e ficará maravilhado com o que essa arma pode fazer.
Vejo apenas duas características negativas na H&K VP-70 Z: a primeira é a trava de segurança, que tende a ser acionada de maneira involuntária (travando a arma) caso se porte a pistola destravada. Ou se porta sempre a arma travada e se condiciona a destravar (método que adotei, apesar de achar a trava desnecessária em uma pistola DAO) ou se dá um jeito de desativar a trava.
Outra característica negativa é a empunhadura de polímero, que fica bastante escorregadia em contato com mãos suadas. As alternativas são colocar uma luva do tipo “Hogue” ou, uma opção muito mais barata e tão funcional quanto, é revestir a empunhadura com um pedaço de câmara de ar de bicicleta.
Erick Tamberg
21/10/2012 at 12:03
Como o código de fabricação da Taurus, por ser alfanumérico, se esgota a cada 26 anos (Z equivale a 2006), em 2007 se voltou a utilizar a letra “A” para designar o ano. Para evitar repetição dos números, nas armas fabricadas a partir de 2007, as letras designativas do mês de fabricação começam com a décima-terceira letra do alfabeto (M para janeiro, N para fevereiro, O para março e assimpor diante). Então,o código FEX indica o mês de Novembro de 2011.
Pela tabela antiga,a letra E equivaleria ao ano de 1985 (1991 seria a letra K). Porém, a Taurus adotou o sistema alfanumérico em pistolas 7,65mm a partir da arma FGJ00001, ou seja, dezembro de 1987.
Erick Tamberg
21/10/2012 at 11:50
Olá, bom dia Sr. Carlos.
Agradeço a atenção e desculpe a insistência.
Fico à disposição.
Nivaldo Dal-Ri Filho
OAB/SP 210.958
Araraquara/SP
Nivaldo Dal-Ri Filho
09/10/2012 at 9:35
Nivaldo, realmente sua pergunta procede; o que pude levantar, mas não com 100% de certeza, é que a partir da letra L (dezembro), retorna-se ao mes de Janeiro, de modo que M seria janeiro e X seria novembro.
Carlos F P Neto
05/10/2012 at 13:49
Desculpe-me o não entndimento Sr. Carlos, mas acima na foto da PT 57 SC verificamos a numeração
FEX 44443
(A primeira letra indica o calibre, a segunda, o ano de fabricação e a terceira, o mês de fabricação de cada pistola).
Assim, temos
Primeira letra F = 7,65mm,
Segunda letra E = 1991 (ano de fabricação)
Terceira letra X = ? (mes de fabricação) ?
O mes de fabricação tem, em janeiro, a letra “A” e em dezembro, letra “L”. mas como pode no caso acima ser a letra “X” se só vai até a letra “L”?
Mais uma vez desculpe a ignorância.
Nivaldo Dal-Ri Filho
04/10/2012 at 15:59
Nivaldo, grato pela observação e o texto já foi corrigido.
Carlos F P Neto
19/09/2012 at 17:03
Olá, bom dia.
Sr. Carlos, observe que no texto abaixo foi informado duas vezes a mesma coisa, ou seja, a letra correspondente ao mes de fabricação, mas e as letras correspondentes aos anos de fabricação ?, ou estou enganado?, note que o texto se inicia explcando sobre o mes e termina no mesmo sentido.
“O mes de fabricação tem, em janeiro, a letra “A” e em dezembro, letra “L”. Atingido o nº 99999 para um mesmo calibre, o serial é reiniciado em 00001, assim como, quando for atingida a última letra do alfabeto, reinicia-se com a letra A. Para mês de fabricação, A é janeiro e L é dezembro”.
Nivaldo Dal-Ri Filho
19/09/2012 at 9:02