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Armas On-line – História das Armas, Tiro, Colecionismo e Avaliações Jurídicas ou Simples.
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O autor de Armas On-line é membro vitalício da NRA (National Rifle Association), é um estudioso de armas de fogo há mais de 60 anos, com ênfase nas peças de emprego militar. Executou trabalhos de consultoria voluntária em alguns museus, como o Museu Paulista (Ipiranga), o Museu Prudente de Moraes (Piracicaba) e o Museu da Convenção de Itú, dentre outros. Foi também co-fundador e mantenedor do extinto site Atiradores e Colecionadores. Neste trabalho, aborda-se o assunto Armas de Fogo no que se refere à sua história, colecionismo, preservação das peças, recuperação, tiro esportivo e avaliações técnicas.
Não incentivamos o uso e manuseio inadequado e ilegal de armas e munições, bem como não comercializamos materiais relativos ao assunto. Lembramos que armas de fogo, munições e equipamentos de recarga são produtos controlados, sejam da alçada da Polícia Federal como do Exército, e que todos tem o dever de se manter rigorosamente dentro do que estabelece a lei.
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São Paulo, Maio de 2009
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Prezado Francel, um prazer receber seus comentários. Sobre o SMLE temos um pouco da sua história no artigo Armas Longas da I e II Guerras Mundiais. Já o Schmidt-Rubin, pretendo colocá-lo em outra lista de um novo artigo. Grande abraço.
Carlos F P Neto
01/12/2013 at 14:41
Bom dia senhor Carlos. Parabéns pelo ótimo site. Já ouviu falar da pistola Grand Power P380 (calibre 380)? Tem uma loja em uma cidade do interior do Goias que está vendendo por R$ 4.500,00. Poderia emitir sua opinião, se são úteis para prática de tiro esportivo ou apenas para defesa. Se possível faça uma avaliação sobre a qualidade de tais peças. Obrigado e um abraço. Silvio Florentino.
SÍLVIO CÉSAR RIBEIRO FLORENTINO
01/12/2013 at 10:37
Olá Carlos, o seu site é excelente, acredito que não tenha no brasil nenhum similar. Eu tenho uma certa paixão por fuzis de ferrolho, gostaria de sugerir como assunto para um artigo, o Lee Enfield britânico ou o Smith Rubin suíço, creio que dariam bons artigos.
Francel
30/11/2013 at 13:29
Sim, eu entendo, inclusive já tinha ouvido um pouco sobre isso e até mesmo nos Estados Unidos isso é proibido em alguns estados, os que não são,não é comum ver isso.
Mateus Fontenelle
29/11/2013 at 12:34
Mateus, saudações. Já tive outras solicitações sobre esse assunto, porém, prefiro manter o tema fora de nosso foco, em virtude de que silenciadores são produtos de utilização e comercialização proibidas, mesmo para CACs. Um artigo técnico sobre isso iria, fatalmente, entrar num âmbito meio complicado. Assim mesmo, agradeço a sugestão.
Carlos F P Neto
29/11/2013 at 12:26
Um artigo muito bom que você poderia postar seria sobre silenciadores e supressores de armas e sobre o efeito real na arma porque na realidade eles não silenciam totalmente o som da arma como nós vemos nos filmes
Mateus Fontenelle
29/11/2013 at 9:45
Michel, um prazer tê-lo como leitor. Apesar da intenção de nosso artigo já existente, sobre cartuchos e munições, de ser bem básico, temos ainda planos de, futuramente, publicar um outro, mais específico, sobre recargas. Fica aqui registrada a sua solicitação. Grande abraço.
Carlos F P Neto
25/11/2013 at 11:25
Muita informação boa aqui, fala com propriedade e realmente deve conhecer o assunto.
Adoraria vê-lo escrever sobre recarga de cartuchos, assunto muito amplo e com pouca informação em português na web.
Procuro há algum tempo informações sobre os tipos de crimp e suas aplicações, riscos e etc, mas não encontro muita coisa.
Meus parabéns pelo site, voltarei sempre pra ver se tem artigos novos.
Forte abraço.
Michel Zorzal
25/11/2013 at 0:01
Gilter, nenhum problema com eles quanto à munição +P. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
21/11/2013 at 15:49
Caro amigo Carlos queria saber se os revolveres TAURUS MOD 82 6 tiros fabricados no ano de 1982 em diante
aguentam munição 38+p,o senhor saberia me dizer?
Gilter Donizete
21/11/2013 at 15:02
Olivio, o bom e velho óleo de máquinas de costura…mas não há problemas com óleos em aerosol; conheço diversos atiradores que usam o tradicional WD40 há anos!
Carlos F P Neto
19/11/2013 at 18:52
Dizem que os lubrificantes em aerosol não é adequado para limpar armas de fogo, então qual o melhor lubrificante para a limpeza de arma de fogo?
olivio alves viana f ilho
19/11/2013 at 15:14
Eduardo, por favor, leia antes a nossa política de identificações e avaliações; obrigado pelo contato.
Carlos F P Neto
17/11/2013 at 15:38
Boa tarde Tenho uma espingarda cal. 28 modelo 2 canos curtos fabricada na espanha, e com a inscrição fabricada para accioly s.a gostaria de descobrir algo sobre essa arma, tem um S embaixo da trava de seguraça e diz que foi feita em Eibar espanha, mas não consegui muitas informações sobre sua origem se puder me ajudar agradeço obrigado.
Eduardo Furlan
17/11/2013 at 15:35
Olivio, diria que é muito difícil de responder à sua pergunta. Há excelentes armas em qualquer tipo de construção descrita por você, e muito do que se fala vai mais pelo gosto e preferencias pessoais. Eu, particularmente, e isso é um exemplo de preferência pessoal, prefiro as pistolas totalmente em aço (ou aço + duralumínio) e com cão externo. Lembre-se de que pistolas ditas “de polímero” não são totalmente construídas neste material; cano e ferrolho são em aço.
Carlos F P Neto
17/11/2013 at 10:52
Gilter, obrigado e um abraço.
Carlos F P Neto
16/11/2013 at 10:40
Excelente o artigo sobre o M16,ficou otimo,comprei uma carabina CROSMAN DE CHUMBINHO 4,5mm igual a uma M4 de media potencia,tem boa precisão.ABRAÇOS
Gilter Donizete
16/11/2013 at 9:25
Pois é, Snap Caps só existem mesmo importados, nem a CBC (e mais ninguém) tem interesse em fabricar isso por aqui. E as lojas me parecem que não estão importando mais, mesmo porque 5 peças chegam a custar por volta de R$150. E mesmo se quiser importar, uns falam que é produto controlado, e outros não.
Então o jeito foi improvisar, pra quem faz recarga talvez seja mais fácil, eu ainda tive que retirar as espoletas com um prego, mas no fim deu certo. A borracha é só recortar com estilete e forçar ela no orifício de onde ficava a espoleta.
Enfim, fica a dica.
Abraço.
THOR
15/11/2013 at 20:23
Thor, interessante esse seu depoimento; creio mesmo que funciona. Não há perigo de dano de suas pontas de durepóxi danificarem a arma. Parabéns pelas idéias.
Carlos F P Neto
15/11/2013 at 20:08
Olá Carlos.
Bem, depois de ver muitas lojas no Brasil, praticamente nenhuma possui Snap Caps para .380 em estoque atualmente, então acabei fazendo eu mesmo. Como eu não possuo prensa nem insumos para recarga eu consegui 3 estojos, retirei as espoletas e coloquei uma borracha no local, daquelas de apagar lápis mesmo, mais duras. Nas pontas, ou seja “o projétil” eu acabei preenchendo com durepóxi. Bem, elas não estão enroscando e parecem funcionar bem até a agora.
Queria saber se o durepóxi pode estragar a rampa do cano ou danificar o carregador.
Obrigado!
THOR
15/11/2013 at 19:41
Carlos, uma pergunta, qual a pistola melhor, a feita em polimero com cão interno ou a pistola toda feita em metal com o cão externo?
olivio alves viana f ilho
15/11/2013 at 16:43
Enaldo, saudações. Seu problema com 32-20 é hoje um caso sério. Muita gente comenta e nos escreve sobre isso; acredito que a CBC tirou esse cartucho de linha muito cedo; poderia ainda estar produzindo em baixa escala, como ainda fazem alguns fabricantes nos USA e Europa. Sei de algumas tentativas bem sucedidas de transformar cases de .38SPL em .32-20, apesar de que o comprimento é um pouco menor. Outra saída, trabalhosa e burocrática, é importar.
Carlos F P Neto
14/11/2013 at 10:57
Bom dia Carlos, sou o Enaldo faço parte do clube de tiro de Pedro Afonso/TO gostei muito do seu site as matérias são muito interessantes e vou repassar para meus colegas. Uma pergunta, tenho uma cz 3220 e não consigo achar munição para ela, tem alguma sugestão onde possa encontrar para comprar. Obrigado e parabéns por esse site.
Enaldo C. Lucena
14/11/2013 at 9:27
Ronaldo, saudações. Realmente o Taurus “New Gaucho”, réplica do famoso Colt Single Action 1873, é produzido somente para comercialização no mercado norte-americano. Porém, acredito que como militar e possuindo CR, com certa insistência poderia ser possível adquirí-lo diretamente da fábrica. Vou tentar algo através de amigo que trabalha na empresa. Grande abraço.
Carlos F P Neto
11/11/2013 at 7:50
Boa tarde.
Gostei muito desta página sobre armas. Infelizmente a legislação do nosso pais é opressora quanto a aquisição de armas. Possuo arma porque sou militar do exército, mas mesmo assim existem restrições, vi na página da Taurus um revólver chamado de “new gaucho”, esta arma é muito bonita, entrei em contado com a Taurus para possível aquisição e recebi a resposta de que só é fabricado para o exterior, não é comercializado no Brasil, somente na Taurus da Flórida, é uma pena.
Ronaldo R de Oliveira
10/11/2013 at 18:28
Felix Custom em MG, ele também produz excelentes coronhas.
Antônio Gondim
08/11/2013 at 13:46
Muito grato,
Carlos, vou ver sim.
Geraldo Luiz Cavalcanti
08/11/2013 at 9:12
Geraldo, o Schmatz pode lhe fazer um, veja o banner dele em nosso site. Obrigado e um abraço.
Carlos F P Neto
08/11/2013 at 8:47
Caro Carlos F.P Neto,
Você saberia me informar como posso conseguir comprar um cabo para uma C96. Ou algum carpinteiro artesão.
Geraldo Luiz Cavalcanti
08/11/2013 at 8:22
Ok, obrigado pelo retorno, Já li e gostei muito.
Geraldo Luiz Cavalcanti
05/11/2013 at 8:01
Geraldo, temos um artigo específico para cada uma dessas duas armas aqui no site. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
04/11/2013 at 19:12
Boa tarde, sou novo nessa página, e parabenizo pelo ótimo trabalho que aqui li. Gostaria de saber mais sobre as C 96 e as Luger.
Obrigado.
Geraldo Luiz Cavalcanti
04/11/2013 at 15:27
Prezado Clécio, o que é realmente gratificante é receber, aqui, depoimentos e elogios como os seus, e saber que os artigos são tão apreciados e que, como no seu caso, trazem ao leitor boas lembranças de bons tempos. Uma satisfação enorme participar disso. Grande abraço.
Carlos F P Neto
03/11/2013 at 17:40
Sr. Carlos é realmente um grande prazer quando vejo sua página e percebo novos títulos de matérias postadas, pois é certo a satisfação com leitura de textos de alto nível técnico e qualidade literária recheados de curiosidades históricas. Não tem como não lhe dar os parabéns pela matéria sobre a família M16, porém o texto sobre as Winchester ficou excepcional, muito bem montado, claro e de fácil e agradável leitura sobre tema tão cativante. Pra mim foi de significado especial pois fez relembrar as histórias contadas por meu saudoso avô sobre suas aventuras pelo interiorzão das Minas Gerais no começo do século passado na companhia de sua fiel Winchester 44, ainda conservada pela família exibindo todas as suas marcas como testemunhas dessas aventuras, e que hoje eu sei tratar-se de um exemplar do modelo de sucesso 1892 trapper de 16″.
Ansioso desejo desde já que o Sr. possa compartilhar conosco mais de seu vasto conhecimento sobre meu tema favorito, história e armas.
Um fraterno abraço.
Clécio M. Galinari
Clécio M. Galinari
03/11/2013 at 10:57
Luís, sempre a seu dispor e espero que aprecie a leitura.
Carlos F P Neto
26/10/2013 at 17:16
Caríssimo Carlos
Muito obrigado pela sua resposta.
Vou tentar fazer uma estimativa da quantidade de disparos que vou fazer com cada arma e montar meu estoque de acordo com os mesmos.
Fica a você um grande abraço e saiba que, a partir de ontem, lerei todo o material do seu site.
Mas uma vez, meus sinceros parabéns pelo trabalho.
Grande abraço.
Luís Fernandes
26/10/2013 at 16:22
Prezado Luis, uma satisfação tê-lo como leitor e grato pelos elogios. A 216 é uma pólvora “rápida” da CBC que você poderá usar no .38SPL e na .380, sem problemas. Eu uso 4,0 grains no .38 e 3,3 grains na 380, com as pontas de 158 e 95, respectivamente. Para o .40 S&W já não é indicada; a CBC usa a 221 ou a 210, bem mais lentas que a 216. Então, eu compraria essas duas, a 216 e a 210. A Rex 1200 da Imbel é uma muito versátil, de velocidade de queima média; já vi cargas de 9 Para, 45 ACP e 380 com ela, mas não estou com os dados de peso no momento. Posso conseguir dados também para a Fox Trap e a Rex 1200, se te interessar. Abraços.
Carlos F P Neto
26/10/2013 at 14:18
Boa Noite Carlos. Simplesmente fantástico o seu site. É a 1ª vez que entro aqui, mas, pelo visto, será um hábito. Parabéns. Uma pequena dúvida: já tenho meu CR e com atividade de recarga apostilada. Já estou com 2 armas apostiladas também. Um 38 e uma 380, sendo que, em breve, chegará a STI .40. Como já está perto da época do repasse, fico pensando qual a quantidade e o tipo de pólvora que devo adquirir, que me sirva aos 3 calibres. Sei que isto será difícil, mas aceito uma dica sua. Estou lendo aquela edição da Magnum sobre recarga, do Eng.º Crezo, mas ainda assim continuei com algumas dúvidas. Outra coisa: adquiri, para defesa própria, uma .40 (PT 840). Tristeza viu…após 15 metros, tenho que fazer visada uns 25 cm acima, para acertar onde quero. Vou ter que diminuir a massa. Grande abraço e, mais uma vez, parabéns pelo seu belíssimo trabalho.
Luís Fernandes
25/10/2013 at 22:05
Caro Fernando, um prazer tê-lo aqui. Já me inscrevi no fórum, e agradeço muito a lembrança de me convidar. Grande abraço.
Carlos F P Neto
25/10/2013 at 13:03
Bom dia, Carlos! Novamente passando por aqui para ver as novidades do site…
Aproveito para convidá-lo para participar o melhor fórum sobre armas do Brasil: http://atirar.forumbrasil.net/forum onde só entra amigos e gente séria… precisamos de pessoas como você por lá… grande abraço! Att. Fernando Akito (Do tempo do Orkut… rsrsrsrsrs)
Fernando Akito
25/10/2013 at 8:07
Gilter, não tenho os dados sobre datas de fabricação das Berettas, infelizmente. Quanto às avaliações, por favor leia nossa política sobre isso, no menu do site. Obrigado.
Carlos F P Neto
24/10/2013 at 15:51
Senhor Carlos um amigo meu possui uma bereta mod 950 cal 6,35,do lado direito a uma letra e numero , E 70555 MADE IN BRASIL, teria como o senhor nos informar a data em que foi fabricada e o valor medio deste tipo arma ,ela se encontra em perfeito estado.MUITO OBRIGADO.
Gilter Donizete
24/10/2013 at 14:54
Gilter, elogios como os seus só nos impulsionam a melhorar cada vez mais. Grande abraço.
Carlos F P Neto
24/10/2013 at 14:47
Senhor Carlos venho agradecer pelo novo artigo das WINCHESTER maravilhoso muito bem ilustrado e informativo,meus parabens.
Gilter Donizete
23/10/2013 at 14:43
Gilter, no artigo sobre a pistola Mauser C96 há uma pequena biografia de August Weiss, onde acredito que terá a resposta que necessita. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
20/10/2013 at 17:10
Nos artigos das MAUSER E LUGER o senhor cita o nome de August Weiss,qual a contribuição dele no projeto destas armas?
Gilter Donizete
19/10/2013 at 20:50
olá Carlos em breve lhe enviarei fotos de uma bela espingarda calibre 40ga.
anderson
18/10/2013 at 22:33
Roque, realmente França e Portugal importaram a Pistola Savage mod. 1907 mais ou menos na mesma época. Portugal comprou cerca de mil armas e a França cerca de 40.000, entre 1912 e 1914, e que foram utilizadas pelo Exército Francês na I Guerra Mundial. Essa série “francesa” possuía argola para fixação do fiel e um indicador de presença de cartucho na câmara. Nesta época o Exército Francês ainda adotava oficialmente o revólver de Ordenança Mod. 1892. Abraços.
Carlos F P Neto
16/10/2013 at 11:25
Bom dia, Sr Carlos F P Neto;
Primeiramente obrigado pelas informações sobre a espingarda ITAJUBA 36.
Então vamos aproveitar de sua boa vontade e conhecimento; Também possuo uma pistola SAVAGE mod. 1907, cal: 7.65 mm, nº de série 164010, herdada de meu avô (junto com a Itajuba são as únicas armas registradas no meu nome), minha duvida é se essa pistola foi regulamentar no Exército Francês no principio do século XX, pois andei pesquisando na internet e parece que seu número de série está entre os dos últimos lotes comprados pelo Exército Francês.
Desde já agradeço a atenção.
Roque Gonçalves Ferreira Junior
16/10/2013 at 11:00
Celso, se essa CZ estiver muito nova, até R$ 3000,00 é coerente e aceitável.
Carlos F P Neto
07/10/2013 at 10:40