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Armas On-line – História das Armas, Tiro, Colecionismo e Avaliações Jurídicas ou Simples.
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O autor de Armas On-line é membro vitalício da NRA (National Rifle Association), é um estudioso de armas de fogo há mais de 60 anos, com ênfase nas peças de emprego militar. Executou trabalhos de consultoria voluntária em alguns museus, como o Museu Paulista (Ipiranga), o Museu Prudente de Moraes (Piracicaba) e o Museu da Convenção de Itú, dentre outros. Foi também co-fundador e mantenedor do extinto site Atiradores e Colecionadores. Neste trabalho, aborda-se o assunto Armas de Fogo no que se refere à sua história, colecionismo, preservação das peças, recuperação, tiro esportivo e avaliações técnicas.
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São Paulo, Maio de 2009
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Sr. Carlos, bom dia. Sou militar do Exército, atirador e instrutor de tiro e estou desenvolvendo um trabalho de conclusão de curso em História Militar versando sobre o armamento utilizado pela Infantaria da Força Expedicionária Brasileira na Itália, na Segunda Guerra Mundial. Trata-se do armamento americano, como os fuzis Springfield e Garand, as submetralhadoras Thompson e M3, a pistola Colt 1911A1, a carabina M1 e as metralhadoras Browning .30 e .50. Percebi que o senhor apresenta excelentes artigos sobre alguns desses armamentos, em seu site, e gostaria de solicitar-lhe permissão para cita-lo em meu trabalho, com a devida referência bibliográfica, conforme se impõe a qualquer trabalho acadêmico. Caso seja possível, agradeço-lhe imensamente, desde já.
Ainda, tenho encontrado alguma dificuldade em encontrar informações técnicas confiáveis sobre as granadas de mão e de fuzil utilizadas pela FEB naquele período, bem como sobre o lança-rojão empregado (a popular “bazuca”). O senhor poderia indicar-me alguma fonte de consulta que atenda à minha necessidade?
Mais uma vez, agradeço-lhe pela atenção e aproveito para parabeniza-lo pelo seu trabalho e pela excelência das informações disponibilizadas. Permita-me um grande abraço.
Antônio Carlos L Ripe
11/09/2014 at 10:17
Roma, realmente são raras as armas em .22LR que usam carregadores bifilares. O problema, claro, é o aro do cartucho que atrapalha bastante o funcionamento. Já vi kits de conversão para Colt 1911 que usam, tal como o Ciener. A Kel-Tec também tem a sua pistola PLR-22 com magazine bifilar de 26 cartuchos. A bem da verdade, aro atrapalha, mas muita gente deu um jeito. As pistolas S&W Mod. 52 em calibre .38SPL (Canto-Vivo) e até mesmo o fuzil britânico SMLE em calibre .303 são exemplos conhecidos.
Carlos F P Neto
09/09/2014 at 14:36
Mestre Carlos, mais uma pergunta (lembre-se que estou começando ainda neste maravilhoso assunto): ainda não tive notícia de pistolas .22 com carregadores bifilares… é possível que haja isso para munição de fogo circular? Se existe, pode me citar algumas marcas e modelos?
Roma
09/09/2014 at 12:27
Roma, o ADC da Imbel, pelo menos o utilizado na MD1, por exemplo, não é um decocker tal qual se encontra em diversas outras pistolas. O ADC é um kit, que pode até ser retirado da arma, e é útil somente para quem porta a arma; no tiro esportivo eu acho uma inutilidade e até perigoso. No ADC, através de uma tecla lateral, você pode portar a arma com cartucho na câmara com o cão baixado. Entretanto, nesse sistema, a mola impulsionadora do cão fica retida na posição comprimida e o cão fica com seu movimento desimpedido para ser desarmado. Como o percussor é inercial, as chances de disparar a arma, mesmo em queda, são remotas. Ao necessitar usar a arma numa emergência, acione a tecla com o polegar e o cão é engatilhado automaticamente, mas sem precisar vencer o esforço da compressão da mola. Os decockers mais comuns não funcionam assim; o cão é sempre solidário à mola. Uma trava adicional bloqueia o movimento do percusor e logo na sequencia desarma o cão, exatamente como num disparo normal, que bate sobre o percussor travado. Esse sistema existe desde a época das Walther PP e P38. Claro, nunca pode se confiar 100% em QUALQUER mecanismo, de modo que ao usar, vire o cano para lugar seguro!
Carlos F P Neto
09/09/2014 at 11:34
Gilson, infelizmente há poucas informações sobre as armas da região de Eibar, de modo geral, exceto quando algumas delas se destacaram de alguma forma no cenário internacional, como o caso das cópias de pistolas Mauser, das carabinas Winchester e revólveres Smith & Wesson. As espingardas tornaram-se muito comuns no começo do século XX e tal qual as belgas, foram produzidas em dezenas de oficinas ou pequenas fábricas. A UMBE era produzida por Julian Amuategui.
Carlos F P Neto
09/09/2014 at 11:17
Amigo Carlos, o ADC das pistolas IMBEL é o que se chama de sistema de “decocking” ou se trata de mecanismos diferentes? Qual é a confiabilidade disso? Meus colegas de clube relatam que pode acontecer de o cão “vencer” a armadilha que serve para retê-lo, e com isso haver um disparo acidental. O que sua vasta experiência pode nos ensinar sobre isso? Obrigado desde já!
Roma
09/09/2014 at 9:46
Sr. Carlos,gostaria de informação sobre a marca Umbe de eibar Espanha ,mais específico sobre espingardas de canos paralelos ,se é uma marca confiável e de boa reputação . Obrigado . Gilson Ferreira
Gilson Lorenzen Ferreira
08/09/2014 at 20:53
Julio, trata-se de mais uma das várias copias de revólveres Smith & Wesson feitas na região do País Basco, Eibar, na Espanha, durante as primeiras décadas do século XX, fazendo-se passar por um revólver americano. Muito similar aos “irmãos” Tanque, B.H e O.H, os mais conhecidos por aqui. Abraços.
Carlos F P Neto
07/09/2014 at 22:20
O que posso saber do revolver .32, marca CONDE? Tem algumas inscrições no cano da arma e também a escrita TRADE MARK USA.
Julio Espindola Aguiar
07/09/2014 at 21:58
Fábio, muito boa sua colaboração e concordo plenamente que cada dia que passa as coisas parecem piorar. Acho que todos devem, sem dúvida, entrar na Justiça e fazer valer seus direitos.
Carlos F P Neto
04/09/2014 at 15:12
Carlos, li sua resposta sobre os novos CRs e também tive a mesma informação de uma fonte que julgo confiável. Acho que, principalmente em São Paulo, vemos ambos os órgãos, Exército e PF, criando toda sorte de empecilho para obtenção de armas. E o pior é que parecem querer punir aqueles que buscam a legalidade, tanto, que estamos recorrendo aos órgãos responsáveis pelas autorizações. Minha mulher é advogada, não entende muito da matéria, mas vou ajudá-la com um Mandado de Segurança em favor de um amigo que não consegue, há seis meses, autorização de compra na PF. Conforme for o resultado, eu disponibizo o modelo para quem quiser. Abraços.
Fábio Augusto Branda
04/09/2014 at 12:12
Norberto, não sou especialista em metalurgia mas já vi armas originalmente oxidadas e que foram pintadas eletrostaticamente ou teneferizadas. Há oficinas em SP que executam esse serviço. A pintura eletrostática por si só não danifica o material, porém, não se pode menosprezar o problema da espessura da camada de tinta, que poderá causar alguns problemas de ajustes. Claro que em diversos pontos de tolerância alta não deverá haver camada de tinta, principalmente nas corrediças emtre ferrolho e armação. A pistola Imbel M973, por exemplo, possui peças fosfatizadas e é pintada externamente.
Carlos F P Neto
04/09/2014 at 11:12
Marcio, eu acredito que não, e faço votos para que isso seja somente passageiro. Infelizmente todos sabemos de como, cada vez mais, inventam restrições e normas novas a fim de limitar o nosso esporte.
Carlos F P Neto
04/09/2014 at 10:55
Carlos, bom dia, vc sabe me dizer se teria alguma restrição mecânica, ao realizar invés de oxidação fria ou quente, eu fazer uma pintura eletrostática, em espingarda ou pistola, nas partes em aço ou aluminio, me refiro ao desgaste e atrito com as peças.
Acho, que o acabamento ficaria melhor, e a pintura eletrostática tem uma dureza boa, acho eu disse!
No meu caso seria preto fosco!
E vi que vc esteve aqui pelo sul,,,saboreasse então um chimarrão e umas cervejas aqui do sul?
Abraços
Norberto
Norberto
04/09/2014 at 9:06
Ok, é que fiquei sabendo por uma fonte não confiável que após esse prazo poderia ser que não fosse mais possível adquirir novos CR para novos atiradores. Fiquei sabendo através de um despachante, mas não achei confiável, essa possibilidade é real ou somente boatos.
Obrigado.
marcio
03/09/2014 at 22:49
Márcio, a informação está correta. Realmente a concessão de Cr está suspensa por 180 dias a contar da data da publicação da portaria. Entretanto, renovação, revalidação e demais serviços não estão suspensos. O DLOG informa que isso é necessário para a adequação dos novos sistemas de acesso que entraram em funcionamento, e para “demais mudanças” que poderão ocorrer em virtude disso. Um abraço.
Carlos F P Neto
03/09/2014 at 19:33
Bom dia, tive a informação através do clube que foi suspenso o registro para novos CR pelo prazo de 180 dias, gostaria de saber por qual motivo e se realmente será necessário esperar todo esse tempo para adquirir o meu CR.
Qualquer informação que puder me fornecer eu agradeço.
marcio
03/09/2014 at 9:35
Thiago, pode enviar as fotos mas leia antes a nossa Política de Identificações e Avaliações. Abraços.
Carlos F P Neto
01/09/2014 at 9:34
Caro Carlos, bom dia, gostaria da sua opinião a respeito de uma arma que erdei do meu avô, se trata de um rifle wischerter calibre 44. Vejo muitas armas idênticas em filmes de faroeste antigo, mas é a única coisa que sei sobre ela. Sera q voce poderia me ajudar? Se quiser eu posso te mandar algumas fotos.
Agradeço desde já a atenção
Thiago Falcao Pedrosa Silva
01/09/2014 at 9:25
Cristiano, não que eu saiba, mesmo porque as diferenças são bem notadas, tanto entre as munições originais e, bem mais, nas recarregadas. O que fazemos mesmo é lançar mão de cronógrafo e testar, testar, testar.. Abraços.
Carlos F P Neto
30/08/2014 at 18:18
Carlos, boa noite!
Existe um padrão já mapeado para a curva balística dos calibres, ou tenho de fazer vários disparos para descobrir as distancias e comportamento do projetil? Meu caso, 44-40.
Obrigado.
Cristiano Januário
Cristiano Januário
30/08/2014 at 2:32
Roma, realmente eu nunca soube de uma pistola Korth aqui na Terra Brasilis…além dessa arma eles produzem (na Alemanha) revólveres em vários calibres, que são considerados por experts os mais resistentes e bem construídos na atualidade, rivalizando com os famosos Colt Python a fama de confiabilidade e um acabamento de primeira. Fabricam também a linha de pistolas PRS em cal. 45ACP, baseadas no projeto 1911, seguindo a “onda” do momento. Até onde eu saiba não há representantes deles aqui.
Carlos F P Neto
19/08/2014 at 17:36
Carlos, você tem para indicar alguma matéria sobre a rara pistola Korth P105? Parece ser coisa fora de série mesmo!
Roma
19/08/2014 at 16:36
Gilter, prometo que pensaremos a respeito; sem dúvida, a CZ é uma empresa tradicional e de alta reputação quanto à qualidade dos produtos, e merece um artigo. Grande abraço.
Carlos F P Neto
19/08/2014 at 16:25
MEU CARO AMIGO CARLOS NETO SERIA INTERESSANTE SE VOCE FIZESSE UMA MATERIA A RESPEITO DA FABRICA DA CZ E SUAS PISTOLAS CZ 45 ,27,50 E OUTRAS MAIS,UMA FABRICA QUE ATE HOJE SE FABRICA EXCELENTES ARMAS,UMA CURIOSIDADE QUE EU VI EM UM VIDEO NA INTERNET DA PISTOLA CZ 45 ELA SO FUNCIONA EM DUPLA AÇÃO,O CÃO NÃO FICA ARMADO APOS UM TIRO,BEM INTERESSANTE.ABRAÇOS E OBRIGADO
GILTER DONIZETE
19/08/2014 at 13:14
Norberto, é sempre muito bom isso, faz bem à gente…Muita geada para vocês, aí.
Carlos F P Neto
15/08/2014 at 23:38
nossa,,com este elogio do Roma, o Carlos ficou inchado e vai ter um fim de semana daqueles,,,heheheh
abraços geladerrimos,,aqui do Sul Carlos…
Norberto
15/08/2014 at 21:48
Eu que agradeço.
Carlos F P Neto
15/08/2014 at 17:27
Você é uma verdadeira enciclopédia. Obrigado!
Roma
15/08/2014 at 16:54
Roma, realmente deve ser uma das pistolas desenvolvidas pelo bem conhecido armeiro Jener Damao Arroyo. Damao, já falecido na década de 80, era proveniente do País Basco, se refugiou no Rio durante a Guerra Civil Espanhola. Criou muita fama no Rio, virou uma lenda entre os colecionadores; era exímio restaurador e vários colecionadores confiavam suas raras peças à ele, para reparos. Há uma referência sobre ele no nosso artigo sobre a pistola Mauser C96, porque foi dele o desenvolvimento da pistola PASAM, baseada na Mauser 712. Tenho conhecimento de uma dessas peças similares à Skorpion de posse de coleção particular. Um abraço.
Carlos F P Neto
15/08/2014 at 16:51
Carlos, dias atrás vi uma pistola-metralhadora semelhante à Skorpion, mas feita por um armeiro carioca, já falecido, cujo nome é pronunciado “dalmal” (não sei como é a grafia correta). A arma que vi não era uma cópia integral, pois o armeiro fez algumas modificações como janelas para refrigeração do cano e outras. Já ouviu falar desse armeiro? Fiquei curioso para saber mais a respeito do trabalho dele…
Roma
14/08/2014 at 13:51
Prezado Renan, infelizmente não entendi bem qual é a sua dúvida. Pode reformular a pergunta, por favor? Um abraço.
Carlos F P Neto
13/08/2014 at 14:54
Senhor Carlos, venho mais uma vez buscar esclarecimentos. Trabalho numa Autarquia Federal, o CR pra compra de equipamentos não letais e armas de uso permitido está em dia, se a minha organização passar a utilizar o revolver da Taurus RT410 com munição de(elastômero) borracha, contraria o Estatuto do Desarmamento. A segurança da Autarquia é feita por servidores públicos federais, enquadrada na categoria orgão público, não sendo controlado pela Polícia federal e sim pelo Exercito. Mas não existe porte para esta arma que já está em circulação no mercado.
Renan Canuto
RENAN CANUTO _
12/08/2014 at 22:27
Entendido carlos, acho que eu não estava conseguindo me explicar. muito obrigado e boa sorte
Willi Moraz
12/08/2014 at 16:15
Willi, não, ocorre o inverso.
Carlos F P Neto
12/08/2014 at 15:33
E se aumentarmos o tamanho do cartucho em 20% com a mesma carga de pólvora, a pressão também aumentaria??
Willi Moraz
12/08/2014 at 14:24
Will, mantendo-se a mesma carga e variando o volume interno do cartucho para 20% a menos, temos sim um aumento de pressão interna. Entretanto, para mensurar isso e seus efeitos, seria preciso lançar mão de um cronógrafo e avaliar melhor. Até mesmo a disposição da pólvora no interior afeta a pressão; por causa disso, alguns adeptos de recarga, principalmente nas munições de fuzil tipo “garrafinha”, preenchem com algodão o espaço vazio até o gargalo, evitando que a pólvora fique “dançando” no interior do cartucho.
Carlos F P Neto
12/08/2014 at 12:32
quero saber se o comprimento do cartucho influencia na pressão na hora do disparo.
cargas e projeteis identicos porem em um cartucho de comprimento normal e o outro cartucho encurtado em 20%
Will Moraz
11/08/2014 at 22:03
Will, confesso que estou confuso com sua questão; não compreendi bem o que deseja.
Carlos F P Neto
11/08/2014 at 21:51
Prezado carlos, se puder me tirar uma duvida ficarei grato:
Supondo dois cartuchos identicos, com projeteis e carga de polvora identicos tambem, porem um deles com 20 por cento a mais no comprimento apenas. Pergunto, a pressão gerada pela detonação destes cartuchos e a velocidade na boca do cano seriam diferentes, se disparados de uma mesma arma, claro??
Will Moraz
09/08/2014 at 1:36
Elivaldo, se é catálogo de peças com vistas explodidas que você quer, procure a publicação “Taurus, Uma Garantia de Segurança”, do autor Domingos Tochetto e João Alberto Weingaertner. Creio que te atenderá a contento. Uma abraço.
Carlos F P Neto
06/08/2014 at 12:25
Caro Carlos
Saudações Cordiais.
Trabalho como armeiro em empresa de segurança e sempre tenho dificuldades com compra de peças por conta da Taurus não ter nada referente a modelo de seus armamentos e tenho peças com mais de 40 anos de fabricação que dificultam sua identificação.
Existem algum manual e se existe onde posso consegui-lo para facilitar um pouco minha vida.
Desde já agradeço a atenção.
Elivaldo
06/08/2014 at 12:03
André, não tenha dúvidas de que é boato. Estamos em uma época em que a ordem é dificultar, e não facilitar, a vida do atirador esportista.
Carlos F P Neto
06/08/2014 at 11:20
Rafael, infelizmente não. Aqui no Brasil esses revólveres espanhóis não são peças de interesse por colecionadores. Um abraço.
Carlos F P Neto
06/08/2014 at 11:19
Carlos,
Muito obrigado pela resposta, vc acha que esta arma tem algum valor histórico ?
Rafael Hepp
06/08/2014 at 10:07
Olá Carlos, sou atirador com CR na 6° RM. Surgiu um comentário que o calibre 357 deixou de ser restrito e passou a ser permitido. E verdade ou boato?
André Luiz Santiago Nery
06/08/2014 at 3:28
Rafael, realmente não é fácil de se encontrar referências sobre as cópias espanholas de S&W, que foram produzidas naquele país nas primeiras décadas do século XX na região do País Basco. O seu é um BH (não HB), produzido pela Bestegui y Hermanos, de Vitoria Gasteiz. Eram fabricantes de bicicletas desde 1909 e passaram a produzir armas antes e durante a Guerra Civil Espanhola, inclusive a famosa cópia da pistola Mauser C96, cuja história temos aqui no site. Vieram para o Brasil nas décadas de 20 a 30, juntamente com vários outros concorrentes. Grande abraço.
Carlos F P Neto
05/08/2014 at 16:48
gostaria de informações referentes ao revolver calibre 38 niquelado HB de fabricação espanhola, pois não acho nada de publicações referente a este modelo.
Rafael Hepp
04/08/2014 at 18:21
Ottavio, infelizmente aqui no Brasil é muito escassa a oferta de material impresso sobre o assunto, com exceção de um par de revistas que nem sempre abrangem um determinado assunto em profundidade. Livros são muito raros, em lingua portuguesa. Durante quase 50 anos em que me dedico ao assunto, nunca tive em mãos nenhuma obra relevante em nossa língua. Uma grande pena, infelizmente.
Carlos F P Neto
01/08/2014 at 12:12
Olá Carlos, acompanho seu site a algum tempo, mesmo que não participando muito nos comentários, estou sempre lendo eles para adquirir mais conhecimento juntamente com seus ótimos artigos. Gostaria de saber se seria possível o senhor me passar algumas referencias bibliográficas para leitura sobre armas? A maioria dos títulos que eu conheço são em inglês, e não domino este idioma. Ficaria muito grato por isso, e mais grato ainda por dicas de obras em português.
Obrigado.
Ottavio Brunno
31/07/2014 at 1:55