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Armas On-line – História das Armas, Tiro, Colecionismo e Avaliações Jurídicas ou Simples.
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O autor de Armas On-line é membro vitalício da NRA (National Rifle Association), é um estudioso de armas de fogo há mais de 60 anos, com ênfase nas peças de emprego militar. Executou trabalhos de consultoria voluntária em alguns museus, como o Museu Paulista (Ipiranga), o Museu Prudente de Moraes (Piracicaba) e o Museu da Convenção de Itú, dentre outros. Foi também co-fundador e mantenedor do extinto site Atiradores e Colecionadores. Neste trabalho, aborda-se o assunto Armas de Fogo no que se refere à sua história, colecionismo, preservação das peças, recuperação, tiro esportivo e avaliações técnicas.
Não incentivamos o uso e manuseio inadequado e ilegal de armas e munições, bem como não comercializamos materiais relativos ao assunto. Lembramos que armas de fogo, munições e equipamentos de recarga são produtos controlados, sejam da alçada da Polícia Federal como do Exército, e que todos tem o dever de se manter rigorosamente dentro do que estabelece a lei.
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São Paulo, Maio de 2009
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Muito obrigado Carlos, assim conheci um pouco mais sobre esta Flobert. Um grande abraço / Marcel
Marcel
23/01/2013 at 10:21
Caro Sr. Carlos
O Sr. Poderia me passar o e – mail do Sr.Sandro Martins Mazuechen.
Obrigado
Otoniel
Otoniel Moreira
23/01/2013 at 10:11
Marcel, saudações. São muito comuns por aqui essas graciosas armas, com calibres que partiam de 6mm até 9mm, essas as mais comuns. O cartucho 6mm é muito parecido com o .22 Short, mas ainda pouco maior em diâmetro. A potência é inferior ao .22 Short pois a maioria deles não usa pólvora; o propelente é a própria queima da espoleta. Quase todas são belgas, comprovadas pelas marcas de prova que sempre existem na arma. De um modo geral, colecionadores não se interessam muito por elas, mas às vezes alguma em estado impecável poderá até ser negociada. Os valores, entretanto, são bem baixos, raramente atingindo os R$ 1000,00. Em seu lugar, a conservaria como decoração e mesmo estando sem registro, não oferece problemas legais pois a munição não existe mais. Abraços.
Carlos F P Neto
23/01/2013 at 9:36
Prezado Carlos, boa noite
Tenho 63 anos e herdei de meu avô uma espingarda Flobert de cano sextavado, acho que ela tem mais de 120 anos e quero me desfazer dela, não sei se tem algum valor. Me parece que o calibre é 6mm (existe?). Certa ocasião meu pai atirou usando uma bala calibre 22 e o cartucho desapareceu! Daria para o Sr.falar algo mais sobre esta espingarda, onde acho outras referências sobre ela e se tiver comércio, qual seria o preço?
Muito obrigado / Marcel
Marcel Ladeira Guyot
22/01/2013 at 23:43
Camilo, para mim será uma honra receber esse presente, que sem dúvida enriquecerá minha biblioteca sobre o assunto. Grande abraço.
Carlos F P Neto
20/01/2013 at 18:57
E eu tinha me esquecido do ferrolho. Quanto a isto, só tenho a agradecer pois foi o principal motivo para a minha dispensa do serviço militar.
Até o coldre para canhoto é raro, principalmente aquele para ser usado sob a axila.
Possuo um livro bem antigo sobre armas, o qual era utilizado pelo pessoal da polícia para identificação das mesmas. meu pai o emprestava de vez em quando.
Vou procurá-lo na minha bagulhada.
Caso o encontre e, se houver interesse, posso fazer dele um presente a você.
Um abraço
Camilo
20/01/2013 at 16:35
Camilo, veio bem a calhar seu manifesto e você, realmente, está coberto de razão; os canhotos sempre foram esquecidos, de certa forma, pela indústria de armamentos. Há coronhas de rifles e carabinas e empunhaduras para pistolas, geralmente as de uso esportivo, que não admitem a empunhadura não destra. Porém, de tempos para cá tem havido correções, haja vista as travas de segurança e os reténs de carregador posicionados de forma ambidestra. Muitos fabricantes de rifles e carabinas nos USA e Europa oferecem sem custo algum, mas sob pedidos, coronhas para canhotos, e em alguns casos, alavancas de ferrolho do lado esquerdo. Quanto às janelas de ejeção, realmente é uma unanimidade seu posicionamento do lado direito da arma o que, realmente, traz transtornos. Não me recordo no momento de nenhuma arma, curta ou longa, que ejete cápsulas para o lado esquerdo. Ser´´a que as coisas teriam sido diferentes se alguns dos mais famosos projetistas, como John Browning, tivessem sido canhotos?
Carlos F P Neto
20/01/2013 at 15:02
Sr Carlos !
Boa tarde.
Como sabe, o indivíduo canhoto é um “sofredor “e tem diversas dificuldades no seu dia a dia, as quais o direito ( será que somos errados ? ) não tem.
Dentre estas dificuldades encontradas por nós, algumas se manifestam no uso de armas.
Dificilmente são feitas hoje em dia, coronhas para canhotos e, que eu saiba, não há armas automáticas ou semi automáticas, que descartem as cápsulas/cartuchos, para o lado esquerdo e isto possibilita a emissão de resíduos de pólvora e outros no rosto do atirador.
Por outro lado, acho que, como canhoto, tenho melhor facilidade de acesso aos gatilhos, no caso de dois canos com gatilhos individuais, tendo em vista a disposição dos mesmos ( tomados os devidos cuidados ).
Gostaria que comentasse minhas afirmações.
Obrigado
Camilo
19/01/2013 at 15:54
Caro carlos, agradeço as informações prestadas e acredito que a solução seja a entrega da mesma, fazendo todos os trâmites legais necessários. Mais uma vez, muito obrigado.
Grande Abraço.
Nelson Bias
19/01/2013 at 13:54
Jamil, precisamos de muito boas fotos, com foco perfeito de closes das marcas e de várias partes da arma, sem as quais não é possível ajudar: armasonline@gmail.com – Um abraço.
Carlos F P Neto
18/01/2013 at 18:08
boa tarde Carlos, gostaria de informação sobre uma espingarda sauer drilling, sobre a qual estou em duvida com relação ao modelo, pois localizei na net uma sauer drilling M30 calibre 12, muito semelhante, no entanto a arma em questão não tem esse calibre, acredito ser calibre 20.
jamil
18/01/2013 at 17:28
Euclides, mande-nos boas e detalhadas fotos da arma para armasonline@gmail.com. Um abraço.
Carlos F P Neto
18/01/2013 at 17:08
ola carlos,eu tenho duas armas antigas que meu avo trouxe de monte castelo,uma walther p38 e uma luger p08 parabellum,e gostaria de saber se vc sabe algum cite pra colocar elas pra venda, obrigado,,, martins de curitiba
sandro martins mazurechen
18/01/2013 at 10:32
Amigo carlos tenho uma arma que ganhei de herança gostaria de saber informaçoes sobre ela tipo ano e local de fabricação e se consegueria vende la para colecionadores ela possui essas informaçoes no cano 38. S & W CTG e numeração no cabo desde ja agradeço
Euclides
17/01/2013 at 22:06
Nelson, infelizmente o “buraco é mais embaixo…” Não é assim tão simples. Qualquer arma que apareça sem registro, seja sua mesmo ou de terceiros, não é possível ser registrada nem na PF nem no EB, porque não se aceitam mais. A anistia acabou em 2009 e de lá para cá, a princípio, não se registram mais armas sem procedência. Até para casos de armas obsoletas estão barrando, o que não é o caso dessa sua carabina. Mesmo assim, se achar que vale a pena entre em contato com o SFPC da sua região e indague sobre essa possibilidade. Grande abraço.
Carlos F P Neto
17/01/2013 at 13:40
Caro Carlos, gostaria de uma informação. Meu tio possui uma Winchester .22, mod 1906, porém sem registro e gostaria de doá-la para mim, que sou colecionador, afim de festaurá-la, ´possivel fazer esse trâmite? Pois me pergunto se eu, encontrar uma arma antiga, como aconteceu recentemente com meu cunhado, que encontrou uma Luger P08, que estava enterrada dentro de uma caixa, no quintal da casa que ele comprou, sem qualquer registro ou identificação e a entregou a PF, pois não sabia como fazer para registrá-la. Agradeço, de antemão, o envio desta informação. Abraços.
Nelson Bias
17/01/2013 at 12:12
José Eduardo, entre em contato com o John Lenin: http://www.jlcustom.com.br/home2.php?p=1&n=empresa. Não há melhor em SP, creio eu.
Carlos F P Neto
14/01/2013 at 19:25
Sr. Carlos, boa tarde,
Recebi de herança um rifle spencer de 1867 que necessita de restauro, quem seria o restaurador mais indicado em SP para isso? Grato pela atenção.
José Eduardo
José Eduardo Fakhoury
14/01/2013 at 17:43
Igor, saudações e obrigado pela sugestão, que será levada à sério. O FN-49 é uma arma marcante na história da nossa Marinha e merece destaque. Um abraço.
Carlos F P Neto
14/01/2013 at 13:24
Geraldo, para ter certeza mande-nos boas fotos, com alguns detalhes da ação: armasonline@gmail.com, um abraço. Detalhe: Imbel é uma coisa, Caramuru é outra, ok?
Carlos F P Neto
14/01/2013 at 13:23
Bom dia Carlos, gostaria muito de tirar uma duvida.Ganhei recentemente um rifle mas não consigo identifica-lo pois o mesmo não possui marca nem modelo visivel. Dizem que se trata de um modelo antigo da imbel(caramuru). Como faço pra ter certeza?
geraldo regis
14/01/2013 at 12:13
Muito interessante o site, parabéns.
Gostaria de sugerir uma matéria sobre o FN-49, usado pela Marinha Brasileira a partir de 1954.
Igor
14/01/2013 at 11:17
Adhemar, estou em preparativo de um artigo sobre as Winchesters de alavanca, e claro, a história da Volcanic fará parte dele. Grato e um abraço.
Carlos F P Neto
11/01/2013 at 13:47
Bom dia,Carlos!
Seus artigos são muito bons, virei fã! Que tal uma matéria sobre a pistola Volcanic, a “avó” da Winchester.
Adhemar Moreira
11/01/2013 at 8:47
Otoniel, existem sim, comunidades entre atiradores e colecionadores, mas a negociação de armas de fogo feita entre eles é restrita somente ao pessoal devidamente registrado no Exército (CACs), e todas as armas negociadas são parte de acervo oficial dos membros. Armas registradas na PF, em nome do anunciante, também podem ser oferecidas, mas com menor chance de interesse por parte dos membros.
Carlos F P Neto
10/01/2013 at 15:44
Caro Sr. Carlos;
Existe algum site ou algum lugar que se negociam armas antigas, ou somente particular mesmo..!
Um grande abraço
Otoniel Moreira
10/01/2013 at 8:41
André Katayama, saudações. Sua arma é interessante: pesquisas feitas pelo especialista e amigo Fábio Carvalho, a “Espingarda Mineira” era a marca de fantasia da firma carioca, Leite & Januário Espingardeiros de Sua Majestade Imperial, fundada pelos idos de março de 1873. Funcionou na Rua do Visconde de lnhaúma 44, no Rio. Por volta de 1900 a sociedade era formada por Eduardo Felismino Martins e Edmundo Baptista Machado. Sob esta gerência foi até 1906, daí em diante Edmundo Baptista Machado ficou sendo o único dono. Eram importadores de garruchas e espingardas belgas, como a maioria deles na época. Entretanto, alguns clientes mais abastados preferiam armas mais refinadas, como as de origem britânica, que é seu caso. Essa sua espingarda foi produzida pela W. W. Greener e importada por eles sob encomenda. As marcas de prova que enviou em fotos são de Birmingham, local onde se faziam os testes. A W. W. Greener existe até hoje. Me parece bem conservada e seu valor fica num patamar acima das similares belgas. Porém, como é peça procurada por colecionadores específicos nesta linha de arma, não é fácil negociar, principalmente se não estiver registrada. Neste caso, aconselho a guardá-la com carinho. Entre em contato para maiores dúvidas.
Carlos F P Neto
10/01/2013 at 8:22
Luis, saudações. Respondi por e-mail, ok? Um abraço.
Carlos F P Neto
10/01/2013 at 8:05
Everton, legalizar como? Qual a situação da arma hoje? Se estiver sem registro, esqueça, mesmo você sendo atirador registrado. Não há mais anistia para arma nenhuma, desde 2009, e de calibre restrito, desde 2004.
Carlos F P Neto
10/01/2013 at 8:01
ola Carlos gostaria de saber se consigo legalizar uma pistola .40? Grato pela atençao
everton
10/01/2013 at 2:50
Reinaldo, o conceito atual de “stopping power” é baseado nos estudos de Marshall e Sanow, efetuados por volta de 1995. Diz parte do conceito: “a vítima, quando atingida, entra em colapso antes de fazer algum disparo ou expressar uma outra reação de ataque ou fuga; a vítima/oponente, quando atingido, não poderia se deslocar mais do que três metros antes de entrar em colapso”. O fator a que você se refere não é acumulativo, pois depende de inúmeras variáveis; portanto não é correto “somar” os fatores como você sugere. Cada disparo em si tem um fator e resultado diferentes.
Carlos F P Neto
09/01/2013 at 19:21
Cleiton, trata-se de uma espingarda de fabricação belga, de acordo com as inscrições que informou; não é possível mais dados devido à grande profusão de fabricantes desse tipo de arma. Grato pelo contato.
Carlos F P Neto
09/01/2013 at 19:16
Caro Carlos.
Parabéns pelo site e gostaria que você elucidasse uma duvida. Tenho uma pistola Pt 58 380 ACP e o stoping power dela é 56% com munição de 85 grains. Com dois disparos acertando o alvo esse stoping power seria de 100%?
Obrigado pela atenção e um abraço,
Reinaldo
09/01/2013 at 18:19
Olá Carlos,
Gostaria de obter informações sobre uma espingarda antiga calibre 36.
Informações que tenho dela, ano de fabricação 1869 que esta gravada e algumas siglas como: GB (sigla), ELG (sigla), M (símbolo de uma coroa)R. Se precisar envio fotos dela.
Att..
cleiton
09/01/2013 at 11:55
Caro Carlos,
Ganhei de herança uma espingarda aparentemente bastante antiga, com as seguintes marcações “a espingarda mineira – rio de janeiro” de um lado próximo ao cabo e do outro “Eduardo Martins & Edmundo – Rua Visconde de Inhauma 44”. Saberia informar o valor de mercado cobrado por colecionadores? Vou mantê-la comigo, mas gostaria de saber o quanto tenho guardado para saber “o quão guardado” deva estar, entende?
andré
08/01/2013 at 19:58
Bom dia Carlos
Como vai? Achei o seu site muito interessante, visto que possuo algumas armas antigas e gostaria de avaliá-las para venda. Mas aqui em Curitiba não conheço ninguém. Gostaria de lhe perguntar se conheces alguém ou se poderias me ajudar. grato HFN
Humberto
08/01/2013 at 13:28
Fernando, sem nenhuma sombra de dúvida, a sigla ACP se refere à Automatic Colt Pistol, desde os primeiros anos do século XX. Não tenho, em absolutamente nenhuma literatura de meu acervo sobre o assunto, que não é muito pequeno, qualquer menção que se faça à essa sigla diferente do que colocado aqui. Grande abraço.
Carlos F P Neto
08/01/2013 at 13:00
Bom dia, Carlos!
Num outro fórum, surgiu a seguinte dúvida:
No .45 ACP, o ACP significa Automatic Colt Pistol ou Automatic Cartridge Pistol?
É Colt ou Cartridge? Fiz uma busca rápida na net e realmente a maioria se remete a COLT, mas tenho algumas Guns & Ammo e Magnuns (Inclusive a edição especial que o Lincoln trata apenas da 1911 e do .45 ACP) que utilizam o termo Cartridge… será que existe a dupla denominação?
Um abraço!
Feliz Ano Novo!!!
Fernando
08/01/2013 at 11:07
Cignusrj, ao invés de airsoft eu aconselharia uma boa arma de ar comprimido. Abraços e estamos por aqui.
Carlos F P Neto
08/01/2013 at 10:32
Obrigado pela pronta resposta.
Eu li o tópico da Taurus PT57 e juntamente com sua explicação decidi não comprar mais esta. É melhor comprar uma calibre 380 nova mesmo. Acabei de descobrir que a Imbel tb tem um modelo 380 a vender, preciso aprender mais para poder decidir.
O que sei é que ficarei com uma nacional mesmo.
Uma pergunta. Valeria à pena obter uma airsoft para praticar tiro enquanto não compro uma de fogo? Digo isso para ganhar experiência e me acostumar com uso ou não tem nada haver? Já adianto que até terminar todos os tramites legais mais despesas e aprender o suficiente para a escolha, calculo adquirir uma de fogo em março de 2014.
Outra coisa, já vi em bancas a revista Magnun, já a outra ainda não, mas poderei em prática seu conselho e passarei a compra-las.
Abraços,
CignusRJ
cignusrj
08/01/2013 at 0:25
Prezado “cignusrj”, talvez o motivo de seus comentários não terem aparecido por aqui pode ser em virtude do anti-spam automático que temos no servidor, ou pelo fato de seu nome não parecer ser o verdadeiro, e sim um apelido. De qualquer forma, desta vez recebemos e apreciei muito suas indagações que serão respondidas:
1 – É possível comprar uma pistola usada calibre 765, pelo que vi este calibre não é mais permitido e se possível também explicar o pq da proibição?
Sim, é possível, e o calibre 7,65mm Browning, ou mais usualmente .32 Auto, sempre foi permitido; porém, não se fabricam mais pistolas no Brasil neste calibre (a única era a Taurus PT57) em virtude do .380 ACP ser liberado e hoje, comercialmente, possuir mais aceitação.
2 – Qual a diferença efetiva entre um 380 e um 765?
O calibre 380 é um “andar acima” do .32 Auto: com diâmetro de projétil em torno de 9mm, possui um pouco mais de carga detonante e em média, cerca de 30% a 40% a mais de energia, em joules; é o mais potente calibre de pistola permitido para civís.
3 – Vi em algum site que a Taurus ganhou um prêmio nos EUA com a pistola PT-740 mas no site da Taurus não consta ela no catálogo, esta informação procede? E esta pistola se existir seria um calibre permitido? Para ganhar prêmio nos EUA acho difícil, deve ser é 9mm ou .40
A Taurus PT-740 é uma pistola da série Millenium Pro, me parece não ser vendida no Brasil, e o calibre é o 40 S&W.
4 – Vi na internet um equipamento que você pode fabricar munição em casa, não conheço a legislação mas já sabendo que ela praticamente criminaliza qualquer pessoa que queira ter uma arma, suponho que a importação da mesma seja ilegal né?
Não se “fabrica” munição em casa e sim, recarrega-se os cartuchos. Atiradores registrados recarregam seus cartuchos e possuem autorização especial para isso. Civís sem registro no Exército são proibidos de executar recargas e nem conseguem adquirir prensas, pólvora, espoletas, projéteis e cartuchos vazios.
5 – Quero me aprofundar mais no conhecimento de armas em geral e mais especificamente de pistolas, existe algum site, livro ou também revista que indicaria? Preferencialmente em português.
Infelizmente a literatura nacional sobre armas é quase nula; uma saída é assinar revistas como a Magnum e a Tiro Certo. Dentro do possível nosso site tenta preencher essa lacuna.
6 – Agora desculpe a ignorância, pode ser que eu diga uma grande besteira. Se eu vier mesmo a comprar uma arma usada tenho que fazer um teste de balística antes para saber se ela não foi usada para tentar/matar alguém? Sei lá, o que me passou pela cabeça foi, compro uma arma usada, um dia venho a usa-la para defender-me em casa, vem a polícia e faz um teste balístico nela e vê que ela, sem eu saber, foi usada em um homicídio, aí já sabe né? Me pagam com uma arma usada em um crime até provar que chico não é Francisco eu dancei bonito.
Você só consegue comprar uma arma usada, hoje, dentro da lei, mediante o fato dessa arma já estar registrada na PF, a não ser que compre arma ilegal; aí o assunto é outro. Uma arma comprada já com registro dificilmente estará envolvida em algum delito. Se você for CAC (registrado no Exército) poderá comprar armas usadas de outros CACs.
7 – Apenas a título de curiosidade, procurando informações sobre armas em geral deparei-me com uma arma com desenho diferente e bonito, creio que bem avançada para a época, é a LAPA FA-03. Aqui não a vi no tópico de antigos fabricantes de armas brasileiros. O link é de um site russo mas a página ta em inglês. http://world.guns.ru/assault/braz/lapa-fa-03-e.html
O LAPA FA03 foi um fuzil de assalto desenvolvido pelo projetista Nelmo Suzano em 1978, a título experimental, mas que eu saiba, nunca foi oficialmente adotado por nenhuma força militar ou policial. Se não me engano a arma não foi aprovada depois de ser testada pelo Exército.
Leia nosso artigo aqui de como obter o Certificado de Registro de Atirador.
Abraços e obrigado.
Carlos F P Neto
07/01/2013 at 13:08
Olá!
Não sei o pq disso mas é a terceira vez que envio o mesmo comentário, espero que desta vez ele apareça. :)
Olá!
Descobri a pouco este blog e ainda estou me enriquecendo com ele.
Tenho muita curiosidade sobre armas, pouco conhecimento algumas dúvidas e aos poucos aprendendo.
Bem, a verdade é que depois de muito insistir finalmente minha esposa esta menos intransigente de termos uma arma em casa, agora começarei a efetivamente ver os tramites legais para estar habilitado a comprar e escolher o clube de tiro e o modelo da arma. Só posso adiantar que estou mais inclinado a ficar com uma pistola.
Tenho algumas perguntas a fazer e se não for incomodo poderia me responder?
1 – É possível comprar uma pistola usada calibre 765, pelo que vi este calibre não é mais permitido e se possível também explicar o pq da proibição?
2 – Qual a diferença efetiva entre um 380 e um 765?
3 – Vi em algum site que a Taurus ganhou um prêmio nos EUA com a pistola PT-740 mas no site da Taurus não consta ela no catálogo, esta informação procede? E esta pistola se existir seria um calibre permitido? Para ganhar prêmio nos EUA acho difícil, deve ser é 9mm ou .40
4 – Vi na internet um equipamento que você pode fabricar munição em casa, não conheço a legislação mas já sabendo que ela praticamente criminaliza qualquer pessoa que queira ter uma arma, suponho que a importação da mesma seja ilegal né?
5 – Quero me aprofundar mais no conhecimento de armas em geral e mais especificamente de pistolas, existe algum site, livro ou também revista que indicaria? Preferencialmente em português.
6 – Agora desculpe a ignorância, pode ser que eu diga uma grande besteira. Se eu vier mesmo a comprar uma arma usada tenho que fazer um teste de balística antes para saber se ela não foi usada para tentar/matar alguém? Sei lá, o que me passou pela cabeça foi, compro uma arma usada, um dia venho a usa-la para defender-me em casa, vem a polícia e faz um teste balístico nela e vê que ela, sem eu saber, foi usada em um homicídio, aí já sabe né? Me pagam com uma arma usada em um crime até provar que chico não é Francisco eu dancei bonito.
7 – Apenas a título de curiosidade, procurando informações sobre armas em geral deparei-me com uma arma com desenho diferente e bonito, creio que bem avançada para a época, é a LAPA FA-03.
Aqui não a vi no tópico de antigos fabricantes de armas brasileiros. O link é de um site russo mas a página ta em inglês.
http://world.guns.ru/assault/braz/lapa-fa-03-e.html
Saberia dizer o pq dela não dar certo? Talvez ela até mereça um post aqui.
No mais agradeço só de você ler o testamento que acabei de escrever.
Abraços e bom ano novo
CignusRJ
cignusrj
07/01/2013 at 0:35
Caro Carlos,
Recentemente encontrei uma pequena caixa de madeira com tampa de aço com algumas peças para manutenção e sobressalente de armas. Parece-me antiga. Na tampa há o número 361 rebatido em baixo relevo. O conjunto encontra-se num estojo de couro com tirantes adequados de forma que o conjunto possa ser transportado no cinto. No interior da caixa há um pequeno papel onde se lê “FMM – Dotação…..lista das peças…..Arsenal de Guerra da Margem – Rio Grande do Sul Ano 1939”. Não entendo nada sobre armamento mas fiquei curioso em saber a que tipo de arma esse conjunto se refere. Agradeço se puder ajudar.
LUIS RODRIGUES
05/01/2013 at 22:36
Adjeferson, por essas e outras razões que mesmo nos USA, com toda a familiarização que se tem com armas, as polícias sempre deram preferência à revólveres, pelo menos até a década de 70-80. Porém, usavam geralmente o .357 Magnum, que dispensa comentários. Hoje em dia os revólveres quase foram extintos, tanto no âmbito federal (FBI) como nas polícias estaduais e municipais. Isso vem de encontro à evolução tecnológica, tanto das armas como de cartuchos, o que aumentou consideravelmente a segurança e a confiabilidade nas pistolas. As vantagens dessas últimas (maior velocidade de disparo, maior capacidade de munição, maior facilidade de remuniciamento, maior segurança na portabilidade e disparos acidentais em quedas), aliado à novos calibres de stopping-power mais interessantes ( 40S&W e 10mm) superam o problema da vantagem do revólver em não depender de munição para funcionar. Apesar disso, o .357 Magnum ainda bate, folgado, tanto no 40 S&W e até no 45 ACP em termos de poder de parada.
Carlos F P Neto
04/01/2013 at 13:17
Muito Obrigado Sr.Carlos.
Gostei muito de seu artigo.
Grande Abraço.
Ezequiel.S
04/01/2013 at 13:01
Visualizei alguns videos na internet sobre as principais panes das pistolas, aparentemente são simples de resolver, mas se for na hora do vamos ver, se der um engasgue e não tiver lugar pra esconder o cara tá frito.
Adjeferson
04/01/2013 at 12:41
Adjeferson, agora você entra na antiga polêmica de pistolas e revólveres, que já tem mais de 100 anos! Concordo que o revólver é mais simples de manusear, mas perde em capacidade e na dupla ação, o gatilho é sempre bem pesado. O calibre .38SPL, o maior que se permite para não possuidores de CR, é razoávelmente eficiente para defesa. Porém, uma pistola em calibre 380, desde que se familiarize bem com ela, comporta quase sempre o dobro de munição e o esforço do atirador, no gatilho, é menor. Porém, se houver uma nega ou um “engasgue”, a coisa complica. Num revólver, basta puxar o gatilho de novo e tudo se resolve…
Carlos F P Neto
04/01/2013 at 10:45
Ezequiel, uma lista do que pode ou não importar é algo que não conheço, devido à sua dimensão e detalhes de cada peça que podem virar caso de interdição. Um fuzil Barrett pode, em princípio, ser importado e apostilado em acervo de coleção (de tiro, não pode) para CR de nível 3, com mais de seis anos, mas pode haver até um impasse e o DFPC exigir CR de nível 4, pois o Barrett pode ser considerado arma de categoria F. Veja o nosso artigo sobre isso. Porém, mesmo vindo, não poderá atirar com ele.
Carlos F P Neto
04/01/2013 at 10:41
Olá Carlos.
Primeiramente parabéns pelo site.
Sou um amante das .50, em especial a Barrett M107 A1 , . Gostaria de saber se é possível a importação e também se colecionador pode ter uma dessa em sua coleção.
Você saberia também me dizer um site onde eu posso encontrar alguma lista do que pode ou não pode importar.
Abraço
Ezequiel.
Ezequiel.S
03/01/2013 at 18:41
Boa tarde Sr Carlos, estou com varias interrogações na cabeça, pois pretendo adquirir uma arma para ficar em meu domicilio (SOMENTE PARA DEFENDER DE POSSÍVEIS INVASORES QUE TRANSPOR O SISTEMA DE SEGURANÇA INSTALADO), mas estou em duvida se adquiro um revolver ou uma pistola, com certeza o manuseio do revolver é mais simples que da pistola, e além disso sei que tem que ser uma arma de tamanho adequado para o manuseio. Gostaria de saber o qual armamento seria mais indicado nesse caso? Grato.
Adjeferson
03/01/2013 at 12:30