Armas On-Line

Seu Portal sobre Armas, Tiro e Colecionismo na WEB

Conceitos Básicos sobre Calibres

with 273 comments

asss

É muito comum nos dias de hoje a divulgação na mídia escrita e televisada de ocorrências envolvendo armas de fogo. Também, de um modo geral, é muito frequente a falta de conhecimento técnico por parte de jornalistas e apresentadores sobre o assunto. Desta forma, diariamente convivemos com alguns disparates cometidos por esses meios de comunicação, tanto em relação às armas de fogo em si quanto às suas especificações. Frases como “arma de grosso calibre”, “capaz de derrubar aviões”, “a bala atravessa veículos blindados como se fosse manteiga”  e outras asneiras similares são constantemente utilizadas nos programas de TV e nos jornais. Também, no aspecto legal, é muito frequente a confusão entre “armas privativas das forças armadas” ou não. Recentemente um telefornal exibiu a apreensão de uma carabina de repetição Puma, fabricação nacional, que é uma cópia da famosa Winchester Lever Action de 1892, em calibre .38SPL, como sendo arma de uso privativo de forças armadas. O máximo que se pode dizer é que, provavelmente, possa existir alguma força policial, militar ou não, que a utilize.

Outro fato muito comum nos noticiários da TV, além do uso de denominação equivocada sobre algumas armas, é a exibição, em alguns casos, de carabinas de ar comprimido, simulacros e até  enferrujadas espingardas de antecarga, e denominam aquele conjunto de “arsenal”. A denominação errada também é fruto, ou de modismos ou de falta de informação. Chamar revólver de pistola ou vice versa era comum anos atrás, mas hoje estão sendo mais corretamente identificados. Chamar espingarda de escopeta é um dos modismos. Escopeta é um termo de origem espanhola, e realmente se aplica às  espingardas, mas não faz parte do vocabulário dos entendidos no assunto. Confundir carabinas com fuzis também é bastante comum.

05012012134047_1325778047

Armas apreendidas - 24-10-07

Algumas fotos de apreensão de supostos “arsenais”, exibidas na mídia: em cima, dois revólveres em péssimo estado, um esqueleto de carabina Gamo de ar comprimido e duas espingardas de um tiro; embaixo, carabina Urko cal. 22 e com exceção de uma ou outra, armas em estado precário de conservação, a maioria espingardas de caça de um tiro e de calibres baixos, revólveres e garruchas. 

Porém, a maior incidência de erros e enganos cometidos nos meios de comunicação se refere aos calibres das armas, onde a falta de conhecimento nos presenteia com informações absurdas, como uma declaração de um repórter de TV que mostrou, na tela, “uma pistola de calibre 380 milímetros”, utilizada em um assalto. Ora, qualquer aluno do ensino fundamental sabe que 380 mm equivale a 38 cm., o que nos demonstra a grandeza deste disparate. O termo “arma de grosso calibre” é outra bobagem que se ouve constantemente, muitas vezes quando se exibe um fuzil, seja ele de calibre 7,62mm ou até mesmo um de calibre 5,56mm. Não se trata, portanto, de “grosso” calibre mas sim, da utilização de um cartucho potente ou de alto poder de fogo. As espingardas de calibre 12 se encaixariam melhor nesta conotação de grosso calibre, apesar de que as mesmas têm um alcance eficaz bem limitado.

Nos primórdios das armas de fogo, o calibre, ou seja, o diâmetro efetivo do projétil disparado por uma arma, não era muito relevante, pois geralmente os atiradores fundiam e moldavam sua própria munição. Armas eram geralmente vendidas com suas respectivas moldeiras. Com o advento do cartucho moderno e da fabricação em série, os calibres passaram a ser fundamentais e de certa forma, padronizados, para se diferenciar o seu uso nas diversas armas existentes.

O que se denomina de calibre real de uma arma nada mais é do que a medição do diâmetro da boca do cano, que caso ele seja raiado, é feita medindo-se os “cheios” das raias.

O calibre do projétil é medido pelos “fundos” das raias. Dependendo de cada arma, seja ela revólver, pistola, fuzil ou carabina, e de acordo com o tipo de projétil que ela usa, seja encamizado ou de chumbo, as raias possuem profundidades e perfis diferentes.

A quantidade de raias em um cano também varia, mas geralmente se situam entre 4 e 6, podendo ser em quantidade pares ou ímpares. Outra variação muito importante, referente ao raiamento do cano, é a quantidade de voltas executadas pelo raiamento de um cano, quando medidos dentro de uma mesma distância, algo que se denomina “passo de raiamento”. Normalmente nas armas curtas e com canos até 6″ ou 7″ de comprimento, as raias não chegam nem a dar uma volta completa; como essas armas utilizam um projétil de pouca altura, não é necessário se empreender um giro muito alto a fim de estabilizá-lo.

Ao contrário, nos rifles e fuzis de alta potência, utilizando projéteis bem mais longos, o número de voltas do raiamento é maior, a fim de aumentar a rotação do projétil quando em vôo, criando assim um efeito giroscópico a fim de que o mesmo corte o ar devidamente estabilizado, pelo menos até o alcance útil previsto para essa arma.

Ao lado, foto de um cano raiado no calibre 9mm.

Resumidamente, podemos afirmar que convivemos com tres sistemas de medidas aplicados aos calibres de armas em geral: (1) calibres especificados em centésimos de polegada (mais utilizados nos Estados Unidos), (2) os calibres especificados em milímetros e, finalmente, (3) a medida inglesa denominada gauge, que é a empregada nas armas de alma lisa (espingardas).

1 – Calibres medidos em centésimos de polegada:

Muito utilizado nos Estados Unidos e inclusive no Brasil, expressa o diâmetro dos projéteis em centésimos de polegada, tanto com duas ou com tres casas decimais. Desta forma, damos como exemplo o famoso e popular calibre 38. Lembramos que a notação norte americana utiliza o ponto na casa decimal e não vírgulas, como é nosso costume. (Ex.: US$ 1,500.00). Portanto, o calibre 38 tem a sua notação correta como sendo 0.38″ (zero ponto trinta e oito), ou simplesmente .38″ (38 centésimos de polegada). Outro famoso calibre, o 45, se expressa como 0.45″, ou só .45″ (centésimos de polegada). Durante muitas décadas se convencionou, tanto aqui no Brasil como nos Estados Unidos, não se pronunciar o “ponto” que antecede o calibre.

Portanto, sempre falamos “revólver calibre 22”, “pistola calibre 45”, “revólver calibre 38”, e por aí vai. Após a recente adoção e popularização do calibre 40 S&W pelas forças policiais, criou-se um costume “estranho” de se usar a palavra “ponto” na frente do calibre. Daí que temos o termo “pistola ponto 40”, algo que se ouve muito na mídia televisiva. Poderia ser, simplesmente, como sempre foi, “pistola calibre 40”. Talvez esse costume seja oriundo da antiga nomenclatura que se utilizava nos quartéis brasileiros, onde era costume se referir aos calibres de fuzis e metralhadoras como .30 e .50 (ponto trinta e ponto cinquenta).

Voltando ao sistema de polegadas, vemos então que se quisermos estabelecer uma conversão desses calibres para o sistema métrico, basta multiplicá-los por 25,4 (uma polegada = 25,4 mm). Exemplos: calibre .45″ (o,45) X 25,4 = 11,43mm; calibre .22″ (0,22) X 25,4 = 5,58mm. Entretanto, essa conversão serve meramente para nos dar uma idéia da diâmetro do projétil, uma vez que no Brasil nós não estamos habituados a “perceber” ou ter noção real do diâmetro de um projétil obtendo sua medida em centésimos de polegada.

Ao lado, munição calibre .22LR da CBC

Além disso, a nomenclatura que é dada a um determinado calibre, pelo seu fabricante, nem sempre segue as regras rígidas de medida e sim, outras conveniências mercadológicas. A título de ilustração, um exemplo bem antigo e clássico é o famoso calibre .44 Winchester, (.44-40 WCF), lançado em 1873 no famoso rifle de ação por alavanca. Na realidade, o diâmetro de seu projétil nem é de 0,44 centésimos de polegada, e sim, de 0,42″. Qualquer um que proceder a uma medida do diâmetro deste projétil, utilizando-se um paquímetro ou micrômetro terá uma leitura de 10,66 mm, que convertido para centésimos de polegada nos dará 0,42″ ! Outro caso conhecidíssimo nosso é o calibre 38 Special, de revólver. Se convertermos 0,38 X 25,4 teremos 9,652 mm, mas se medirmos o diâmetro do projétil veremos que realmente possui  9,06 mm.

2 – Calibres medidos em milímetros:

Adotado preliminarmente na Europa, é o calibre mais fácil de ser medido, caso aqui do Brasil, porque a grande maioria de instrumentos de medição utilizados seguem a norma métrica. Mas isso não quer dizer que na Europa não se utiliza também a nomenclatura em polegadas. O que acaba ocorrendo é que, nos casos dos calibres mais populares tanto lá como nas Américas, acabam se utilizando duas ou mais nomenclaturas. Isso pode ser percebido no calibre 7,65mm Browning, popular em pistolas semi-automáticas, também chamado de .32 AUTO. O irmão menor, o 6,35mm Browning, é chamado de .25 AUTO. O calibre .380, por exemplo, acabou se popularizando aqui na sua nomenclatura em polegadas, mas na Europa é mais conhecido como 9mm (Kurz, Curto, Corto ou Short) para não ser confundido com o 9mm Parabellum.

3 – Calibres no sistema “gauge“:

Esta é a mais curiosa forma de medição de calibres de armas porque não segue nenhuma norma de medida específica. Os ingleses, desde vários séculos atrás e até a II Guerra, utilizavam o peso do projétil disparado pelos seus canhões para especificar seu calibre. Tínhamos, portanto, canhões de 8, 12, 16 e 24 libras. Porém, no emprego das armas portáteis de alma lisa, as espingardas de caça, essa unidade de medida seria muito grande para ser empregada em projéteis que pesavam frações de libra. (N.A.: uma libra equivale a 453 gramas).

Desta forma, partiu-se para a seguinte solução: tomando-se uma perfeita esfera de chumbo, com massa de uma libra (o,453 Kg.), seu diâmetro seria então o gauge (Ga.) 1, ou seja, o calibre 1. Seguindo o mesmo raciocínio, fracionamos aquela esfera de chumbo (com uma libra de peso) em 12 partes iguais e dessas partes fazemos esferas idênticas; o diâmetro de cada uma dessas 12 esferas resultantes será o calibre 12. Assim também, fracionando-se a mesma esfera (com massa de uma libra) em 28 partes e fazendo com essas partes 28 esferas iguais, o diâmetro de cada uma delas nos daria o calibre 28. Isso explica porque, neste sistema, quanto maior é o número que exprime o calibre, menor é seu diâmetro, ou seja, o calibre 28 é menor que o 12. Portanto, calibres de espingardas, que normalmente iniciam do 12 Ga.  e depois seguem para o 16, 20, 24, 28 e 32, não possuem qualquer relação com medidas, tanto em polegadas como em milímetros.

O calibre 36 é uma exceção à regra e possui essa nomenclatura, talvez, por questões meramente convencionais: assumiu-se que seria o “36” pela ordem natural dos cartuchos oferecidos, sempre com valores variando de 4 em 4, visto ser ele o imediatamente menor que o 32. A origem dessa nomenclatura 36 é um mistério e vários autores ainda a discutem até hoje. O calibre em “gauge” do cartucho 36 seria equivalente a 67. Seu diâmetro aproximado é de 11,30 mm. e também é chamado, principalmente nos Estados Unidos, de .410, ou “four-ten“. A medida de .410” convertida para métrica nos dá 10,41mm, que é o diâmetro interno do cartucho.

Abaixo, uma tabela onde temos as medidas de cada calibre em Gauge e as equivalências em milímetros do culote, do cartucho e do cano (medias aproximadas em virtude de diferentes fabricantes e “choques” dos canos).

CALIBRE Culote Diâmetro Cano
4 30.38 27.64 26.19
8 26.19 23.57 23.12
10 23.65 21.70 21.30
12 22.45 20.60 20.20
14 21.45 19.65 19.30
16 20.65 18.90 18.55
20 19.40 17.70 17.35
24 18.45 16.75 16.45
28 17.40 15.85 15.55
32 16.10 14.55 14.25
36* 13.60 12.00 11.75

(*) o calibre 36 não é do sistema “gauge”. O diâmetro de 12,00mm também não é o correto.

Finalizando:

Resumindo, a maior parte dos fabricantes de munições na Europa utiliza o sistema métrico na nomenclatura de seus cartuchos. Como de praxe, geralmente são expressos em duas medidas, sendo que a primeira é o diâmetro do projétil e  a segunda, o comprimento do cartucho. Normalmente esses números são seguidos de uma marca de fabricante, do tipo ou do nome da arma que utiliza este cartucho. Alguns exemplos:

7,62X51 NATO – o cartucho adotado por vários países da OTAN em seus fuzis, inclusive o Brasil – neste caso, 7,62mm de diâmetro e 51mm de comprimento do cartucho.

9mm Luger ou 9mm Parabellum – expresso mais corretamente como 9X19, é o cartucho mais largamente usado por forças armadas no mundo em armas curtas, derivado das famosas pistolas alemãs Parabellum, conhecidas como Luger nos Estados Unidos.

.30-06 Springfield – aqui é uma exceção; este cartucho, desenvolvido para o fuzil Springfield e posteriormente usado no Garand, era originalmente denominado de .30-03. O “03”, no caso, era o ano do projeto, 1903. Em 1906 esse cartucho foi ligeiramente modificado, e daí passou a ser .30-06.

375 Holland & Holland – um dos mais míticos e potentes calibres para caça de grande porte, desenvolvido pela firma do mesmo nome, na Inglaterra. Apesar do que indica seu nome, o seu projétil possue um diâmetro efetivo de 9,55mm, o que não corresponde exatamente ao diâmetro de .375″.

.32 AUTO – mais conhecido aqui como 7,65mm Browning, popularíssimo cartucho de pistolas semi-automáticas.

.380 ACP (Automatic Colt Pistol)- também em moda no Brasil, em armas curtas, conhecido também como 9mm Kurz ou 9mm Curto, para não ser confundido com o bem mais potente calibre 9mm Parabellum.

.38 SPL (Special) – o famoso calibre 38 dos revólveres, muito comuns aqui no Brasil, que foi durante décadas erroneamente denominado pela CBC como 38 Smith & Wesson Longo.

.357 Magnum – o “irmão” mais poderoso do .38 SPL, um cartucho quase idêntico à ele somente 3mm mais longo para evitar seu uso em revólveres fabricados para o cartucho .38 SPL. A bem da verdade, o cartucho .38 SPL também possui o seu projétil com o diâmetro de .357″.

.44-40 Winchester – o cartucho mais popular do velho oeste, das carabinas Winchester de ação por alavanca, ainda muito usado nas carabinas Puma nacionais, cópias fiéis das Winchester modelo 1892 norte americanas. Neste caso, o número 40 não tem relação com a medida do cartucho, e  sim, com o peso da carga de pólvora empregada na época (40 grains de pólvora negra). O grain é uma medida de massa, em uso nos Estados Unidos, que equivale a 64,8 miligramas. O diâmetro real do projétil é de aproximadamente .42″ e não de .44″ como diz sua denominação.

.30-30 Winchester – aqui mais uma confusão: a Winchester utilizava o segundo algarismo para informar o peso, em grains, a carga de pólvora negra utilizada. No entanto, nesse calibre específico, o segundo “30” se refere também ao peso da pólvora, mas nesse caso de pólvora sem fumaça.

.32 S&WL (Smith & Wesson Long) – desenvolvido pela Smith & Wesson para seus revólveres, muito usado no Brasil. Neste caso, a nomenclatura “Long” servia para que ele não fosse confundido com o cartucho mais curto do mesmo calibre, o .32 S&W (não se aplica aqui o nome de .32 S&W “curto”). Ao contrário do .38S&W, os cartuchos .32S&W e 32S&WL possuem o mesmo diâmetro, de forma que um revólver produzido para o cartucho longo pode utilizar o cartucho curto, sem problemas.

.45-70-500 – Embora seja uma nomenclatura mais rara, alguns calibres antigos eram indicados usando-se tres medidas de referência. Na maioria dos casos, a primeira é o diâmetro do projétil, a segunda se refere à carga utilizada de pólvora, em grains, e a terceira o peso do projétil, também em grains.


Cartuchos diversos produzidos pela CBC no Brasil

Os calibres assinalados em rosa são considerados restritos no Brasil –  só podem ser utilizados por forças policiais, militares e atiradores esportivos. Os calibres 14 e 15 são restritos somente quando usados em armas curtas. Nota: a partir de 2019, esses calibres assinalados deixaram de ser restritos. 

Mais uma vez precisamos ter em mente que essas medidas, em vários casos, pode não exprimir exatamente o diâmetro de um projétil, de modo que um curioso ou mesmo um colecionador de cartuchos antigos, ao tentar identificar o calibre através da medida do diâmetro do projétil, nem sempre pode chegar exatamente à nomenclatura do mesmo. Porém, isso serve para que tenhamos uma base mais precisa, que somada aos dados das dimensões do cartucho, possamos identificar o mesmo consultando-se catálogos e sites especializados. Um dos mais acessados e completos sites sobre munição na WEB é o   http://www.municion.org/.

A variedade de cartuchos documentada no site é imensa e ele possui até um recurso interessante, onde se pode fornecer algumas dimensões e o sistema procura os dados de cartuchos que mais se assemelham ao fornecido. Em resumo, muitas vezes a nomenclatura segue mais os conceitos de mercado e de efeito psicológico do que a medida real que se utiliza.

Um exemplo típico é este: por volta da década de 70 a Winchester possuía um cartucho de grande porte, para caça pesada, denominado .458 Winchester Magnum, que fez um estrondoso sucesso e era um dos mais potentes cartuchos existentes na ocasião. A empresa Weatherby, tradicional fabricante de rifles de luxo, resolveu lançar um cartucho para concorrer com o 458, porém muito mais potente, denominado de .460 Weatherby Magnum. O interessante que embora o 460 possua um cartucho maior, o projétil era o mesmo e do mesmo tamanho do concorrente, ou seja, .458″. Neste caso, o número 460 foi mesmo utilizado somente para causar um “efeito psicológico” ou “impacto” a mais.

*** *** ***

Written by Carlos F P Neto

14/11/2009 às 19:21

273 Respostas

Subscribe to comments with RSS.

  1. Marcelo, óbviamente são só os cartuchos calibre .44-40 que podem ser usados; e podem ser utilizados até os atuais, de pólvora sem fumaça, com segurança.

    Carlos F P Neto

    05/03/2014 at 22:13

  2. Olá Carlos, tenho uma dúvida relacionada a esta Winchester 1892 .44-40WCF, quais são os calibres que poderiam ser utilizados nela? Pela idade quais os riscos de se utilizar? Obrigado

    Marcelo Tiepolo

    05/03/2014 at 21:33

  3. Obrigado Carlos F P Neto, seu esclarecimento será útil.

    Luis Faro

    18/02/2014 at 14:04

  4. Prezado Faro, a restrição existente na legislação sobre as espingardas recai somente sobre o comprimento do cano; todos os calibres do 12 ao 36 (.410) são permitidos, inclusive nos modelos semi-automáticos. O cartucho 17HMR, visto pelos olhos do R-105, não encaixa-se como calibre restrito. O R-105 proclama um limite de 1.350 joules de energia para armas longas raiadas, e o 17HMR gera, na média pouco acima de 350 joules.

    Carlos F P Neto

    18/02/2014 at 12:55

  5. Alan, agradeço seus elogios com muita satisfação.

    Carlos F P Neto

    18/02/2014 at 12:47

  6. Boa noite, gostaria que me indica-se um bom calibre de espingarda de uso permitido, pretendo comprar uma para defesa domiciliar. Li na internet algo sobre as espingardas mossberg cal. 20, são de uso permitido? mesmo as semi-automáticas? Outra pergunta o cal. 17HMR é de uso permitido ou restrito, desde já agradeço. Muito bom o seu trabalho.

    Luis Faro

    18/02/2014 at 0:03

  7. Ótimo trabalho.

    Alan Fever

    17/02/2014 at 15:58

  8. Hermes, nada do que se desculpar, todas as opiniões são bem vindas. Veja, eu até creio que mediante suas dicas possa se abater um javali, porém, são condições muito bem definidas envolvendo tipo de munição, precisão, destreza do caçadpor, etc. Seria como irmos caçar rinocerontes na África usando um rifle cal. 308 Winchester quando podemos ter muito mais chance de sucesso, sem muita precisão de pontaria, usando um rifle .458 Winchester Magnum. Com uma .22 a chance de você só ferir o bicho, sem matá-lo e sem chance de disparar outro tiro, é muito grande. Mesmo entre a sua opinião da espingarda 12 com balotes, ainda sou mais adepto a uma Puma .357 ou .44 Magnum. Grande abraço.

    Carlos F P Neto

    16/02/2014 at 21:12

  9. Desculpe Carlos, definitivamente sim Ricardo ,Se vc usar uma munição adequada (REMINGTON HI-SPEED HOLLOW POINT GOLD BULLET-KLENBORE) ,MAS CUIDADO ALCANÇE 1MILHA) .Visada entre os olhos o efeito “sopro” que forma na ponta do projétil (ar comprimido formado) destroi todos os microvasos contidos no cranio.Morte cerebral perda de audição/visão/olfato..de lambuja a ponta fragmenta em pedaços destruindo todos os tecidos “moles”..a parte posterior continua mais ou menos na trajetória inicial quebrando a coluna cervical/medula.Não mata um javali FULMINA cae sobre as patas dianteiras DORME …Tiro lateral é sobre a paleta dianteira centrado 4 dedos abaixo da cernelha não é como o primeiro…mas é paralizante vertebras /medula cervical.A 15 metros (queima roupa) é só sobre “girau” e com muito óleo de capivara no corpo.Vc jamais vai ficar a esta dist^ncia a menos sob ataque dela.
    Agora se quer a arma ideal “delete” as citadas e use uma Cal 12 com cartucho extra longo VELOX chumbo 3 T,
    Desculpe novamente Carlos.

    Hermes jose de freitas

    15/02/2014 at 22:57

  10. Ricardo, definitivamente não. O cartucho .22LR não é indicado para caça desse porte. Aqui no Brasil você poderia contar, no mínimo, com uma carabina Puma .38SPL ou melhor ainda, uma .357 Magnum, caso possua CR.

    Carlos F P Neto

    15/02/2014 at 14:26

  11. Boa noite,comprei um rifle cbc 22 modelo 7022 semi automático e gostaria de saber se esse rifle é capaz de abater um javali a uma distancia de aproximadamente 15 metros,e qual a munição indicada para a ocasião?

    Ricardo Echer
    15/02/2014 em 3:22
    Resposta

    Ricardo Echer

    15/02/2014 at 3:33

  12. Carlos, muitissimo obrigado pela sua informação, as numerações estao corretissimas, ainda mais no caso da 1894 em calibre 30wcf….ela eh semi nova como se estivesse acabado de sair da loja..nao tem um detalhe sequer e sua numeração esta intacta 000668 mesmo.
    grande abraço

    junior

    13/02/2014 at 15:36

  13. Junior, a sua 1892 em cal.44-40W é de 1919, mas a numeração da 1894 deve estar errada. Se for mesmo 000668 é de 1894 mesmo, ou seja, primeiro ano de produção.

    Carlos F P Neto

    13/02/2014 at 15:16

  14. Bom dia carlos, para me passar a idade de minhas armas o senhor me pediu a numeração delas, entao segue abaixo:
    000668…..30wcf
    898189……44wcf
    fico no aguardo

    junior

    13/02/2014 at 9:44

  15. Lucas, o comprimento do cano, no caso das Pumas, é irrelevante quanto à precisão dentro de um alcance “útil” dessa arma, em torno de 100 a 150 metros. O uso de munição +P pode ser outra boa alternativa. Abraços.

    Carlos F P Neto

    26/01/2014 at 17:44

  16. Boa noite!
    Gostaria de saber se a carabina puma calibre 38 (8 tiros) é uma arma boa, porem uma arma q tenha um longo alcance em precisão, porem seu cano é bem menor que as de 12 tiros. Se possível ser colocado uma luneta nela irei ter um bom resultado? se projetil corta bastante?

    para bens pelo site.
    Lucas Zuffo

    Lucas Zuffo Chaves

    26/01/2014 at 0:30

  17. Junior, esta data se refere à patente, não à data de fabricação. Me passe os números de série por e-mail (se desejar, me bastam os 3 ou 4 primeiros, como 123XX ou 1234XX). Abraços.

    Carlos F P Neto

    25/01/2014 at 22:13

  18. Carlos, muito boa tarde, gostaria que se possivel me tirasse uma duvida, na verdade uma curiosidade, tenho duas carabinas winchester uma .30wcf e uma 44wcf model 94 e model 92 respectivamente, as duas tem uma descrição na parte superior do cano onde data 1874 porem sei que este nao deve ser o ano de fabricação delas, mas tem como saber qual o ano de fabricação dessas armas? ou quantos anos aproximadamente elas podem ter?
    grandisso abraço e parabens novamente pelo site.

    junior

    22/01/2014 at 13:52

  19. Prezado Francisco, saudações. Parabéns pela bela aquisição. A inscrição 12GA significa obviamente, o calibre. As incrições 2 3/4″ e 3″ indicam que esta arma pode utilizar os cartuchos com comprimento de 2 3/4″ (70mm) e de 3″ (76mm) sem restrições. Grande abraço.

    Carlos F P Neto

    26/12/2013 at 10:17

  20. Boa noite. Acabei de compar uma arma de caça, marca benelli Armi-Urbino, Rafaello 121 usada, e no cano está gravado, 12GA 3″ – For 2 3/4″ or 3″ Shells. O que quer dizer esta inscrição?
    Desde já os meus agradecimentos.
    obrigado

    Francisco Batista

    25/12/2013 at 19:21

  21. Jean, não há nenhuma condição de uso e mais, é POTENCIALMENTE PERIGOSA qualquer utilização de munição não projetada ou especificada para uma determinada arma. Grato pelo contato.

    Carlos F P Neto

    12/12/2013 at 14:28

  22. OLA, BOA NOITE..
    A MUNIÇÃO 7,62 X 51, SERVE EM ALGUMA ESPINGARDA DE ALMA LISA??
    E QUAL TIPO DE BALA QUE SERVE NA ESPINGARDA 32 ALMA LISA?
    OBRIGADO PELA ATENÇÃO

    JEAN SULZBACH

    12/12/2013 at 0:36

  23. Marlos, o cartucho 5,7X28mm, conhecido popularmente como “five-seven”, foi desenvolvido por volta de 2006 pela FN, por uma solicitação da NATO com a intenção de substituir o 9mm Parabellum, cartucho de armas curtas até agora adotado. No Brasil, como a energia de uma das suas variantes mais comuns que é a SS109, atinge 540 joules, é considerado calibre restrito. Vários países da Europa não permitem o uso civil desse cartucho, pois a penetração balística é muito grande, perfurando coletes à prova de bala de nível III, segundo fontes não muito confiáveis. Eu creio que vai haver resistência aqui também na permissão desse calibre, mesmo para CACs e militares.

    Carlos F P Neto

    10/12/2013 at 11:48

  24. Boa noite Carlos, queria saber mais sobre o calibre FN 5.7x28mm e seu uso em armas portáteis. Gostaria de saber também se esse calibre é permitido para policiais militares brasileiros comprarem para uso pessoal e e qual a notação do projétil em polegadas e milímetros.
    Desde já agradeço!!

    marlos

    09/12/2013 at 19:17

  25. Wilson, estamos aqui a seu dispor e obrigado.

    Carlos F P Neto

    20/11/2013 at 16:55

  26. Sr. Carlos, estou muito agradecido por responder a minha pergunta.

    Wilson da Silva

    20/11/2013 at 3:32

  27. Paulo Cezar, saudações. Pergunta muito procedente, essa sua. As pontas comerciais, como as da Bufalo e Marcondes medem de .426″ a .427″, que é o padrão SAAMI. Infelizmente não tenho as medidas do cano da Puma. Mas, ocorre o seguinte; tenho uma Winchester 1892 com cano original e absolutamente novo. As pontas de .426″, e até mesmo munição CBC de fábrica, se encaixam na boca do cano, mas faltando cerca de 2mm para que atinja o estojo. Nas Puma, essas mesmas munições, quando colocadas na boca do cano, atingem o estojo, o que indica que o diâmetro de boca dos canos das Pumas é maior do que a Winchester usava. Daí ocorre o seguinte fato; eu creio, sem sombra de dúvida, de que o cano da Puma .44-40 é o mesmo usado nas .44 Magnum (redução de custos), com exceção da câmara, claro. As pontas .44 Magnum medem de .429″ (FMJ) a .432″ (chumbo). Parece pouco em relação à 44-40 mas é uma diferença apreciável. O que ocorre aqui é que munição .44-40 passa pelo cano das Puma bem mais facilmente do que nas Winchester. Falamos aqui de 15 décimos de milímetro! Entretanto, isso não quer dizer que saiam lisas do cano, é claro. O pessoal que atira de Puma, inclusive nas provas de 100m da FPTE, não reclamam muito de sua precisão. Podemos trocar mais idéias pelo e-mail. Um abraço.

    Carlos F P Neto

    18/11/2013 at 15:52

  28. Bom dia : Sobre a Puma 44-40 , fabricada pela Taurus , qual o diâmetro do cano e de fundo das raias ?
    Qual o diâmetro dos projeteis originais CBC 44-40? Há alguma incompatibilidade que instabilize os projeteis originais CBC ?
    Se sim , como resolver ?
    Obrigado
    Paulo Cezar

    Paulo Cezar Grigolli

    18/11/2013 at 15:40

  29. Wilson, o M16 / M4 / AR15 usa o cartucho 5,56mmX45 NATO e o AK-47 usa o 7,62mmX39.

    Carlos F P Neto

    16/11/2013 at 19:06

  30. Boa noite. Sr. Carlos, gostaria de saber por curiosidade, qual o calibre das armas AR 15 e AK 47.

    Wilson da Silva

    15/11/2013 at 23:55

  31. Mateus, são inúmeros os fatores que envolvem projéteis, as cargas propelentes e raiamentos, tanto em armas portáteis como, principalmente, em canhões, devido à grande variedade de projéteis com massas diferentes que se utilizam, sejam pontas explosivas ou simplesmente com núcleo de aço. Tudo implica na profundidade das raias, na quantidade de estrias e no passo delas, que determinará qual será a velocidade rotacional do projétil. Lembre-se de que em munição de fuzil, o projétil atinge cerca de 180.000 giros por minuto.

    Carlos F P Neto

    02/11/2013 at 11:06

  32. Estou muito grato pela resposta.E também faz sentido.Pois para que o projétil tenha o alcance maior e perfure uma blindagem de um tanque ou alcance a maior distancia possível, o canhão precisa ter raiamento. Mas uma coisa: O tamanho do raiamento influencia na velocidade do projetil e do alcance? Caso sim, para que o canhão de um tanque por exemplo consiga penetrar uma blindagem espessa, esse precisa de um canhão longo. Como no caso do Panzer IV que precisou melhorar seu KwK de 75mm de cano curto para cano longo.

    Mateus Fontenelle

    01/11/2013 at 20:47

  33. Mateus, perfeitamente. Com raríssimas exceções, canhões e obuses modernos possuem raiamento, da mesma forma que armas leves, com a mesma finalidade de estabilização giroscópica do projétil, quando em vôo. Mesmo canhões de uso naval, com calibres até maiores que 300mm, possuem raias. Canhões antigos, de carregar pela boca e que geralmente disparavam projéteis esféricos, possuíam alma lisa. A Guerra Civil americana foi um dos primeiros eventos onde se utilizaram canhões raiados. Canhões com calibres grandes, geralmente acima de 150mm ou 200mm usam cartuchos separados de seus projéteis. Primeiramente o projétil é colocado no cano e em seguida coloca-se o cartucho com o propelente. Abraços.

    Carlos F P Neto

    31/10/2013 at 18:48

  34. Daniel, agora faz mais sentido.

    Carlos F P Neto

    31/10/2013 at 18:24

  35. Carlos, me corrigindo, a A681, de fabricação 2013, de fato tem câmara de 3″. Acredito que todas as novas devam vir com essa câmara.

    Daniel

    31/10/2013 at 10:01

  36. Senhor Carlos Neto, tenho uma pergunta: armas de cano mais grosso por exemplo de um tanque,de uma obuseira possui raiamento como um fuzil,uma pistola ou um revolver tem?

    Mateus Fontenelle

    30/10/2013 at 19:16

  37. Daniel, mais interessante e estranho é o pessoal da E.R. Armantino produzir uma espingarda como a A681, que eu saiba ainda em linha, ainda com câmara de 70mm. Imagino que o motivo seja o fato de serem de canos paralelos, armas mais voltadas à caça e não ao tiro. Mesmo assim, não vejo motivos que justifiquem um maior custo de produção só pelo comprimento da câmara, a não ser que haja um problema de resistência à maior pressão devido à construção da báscula, menos reforçada que as sobrepostas.

    Carlos F P Neto

    30/10/2013 at 9:14

  38. Realmente interessante isso. Ontem, para tirar a dúvida, peguei uma régua e medi o comprimento da câmara. Correspondeu com a descrição no cano, 70mm (2 3/4″). As nossas Miuras são de fabricação 2007 e 2011, a Era de 2009 e a A-681 de 2013. A Boito deve fabricar as duas variações e por coincidência sempre pegamos do lote 2 3/4. Abraços.

    Daniel

    30/10/2013 at 8:29

  39. Daniel, de qualquer forma é um assunto bem útil e interessante; bom termos esse tipo de retorno. O site da Boito realmente indica câmaras de 3″, mas além de você já soube de outras armas da marca, principalmente a série A681, ter câmaras de 2 3/4″. Medi ainda hoje uma Miúra I e outra II, cerca de dois a tres anos de idade; ambas realmente tem 3″. Grande abraço e cuidado com as cargas…

    Carlos F P Neto

    29/10/2013 at 17:36

  40. Carlos, grato pela resposta. Realmente no site da Boito está claro que as Miuras e Era 2001 tem câmara de 3″. Mas a informação é inconsistente. Eu e meu irmão temos duas Miuras I, uma Era 2001 e uma A-681, todas com câmara 2 3/4, com inscrição bem nítida na parte externa do cano. A informação que você passou sobre a temperatura na boca do cartucho é um argumento bem plausível e que deve ser considerado. Se começar a enferrujar nessa região a resposta já está dada. Vou continuar a usar esse cartucho e se acontecer algo eu compartilho aqui (se estiver vivo para contar..rsrsrs).

    Daniel

    29/10/2013 at 12:29

  41. Daniel, de fato existem espingardas onde não existe limitação da câmara em relação ao cano, pelo menos em forma de um ressalto, ou degrau, facilmente visível. As Boito, pelo menos as séries Miura, são armas de câmara 3″; não há esse ressalto mas há, sim, uma leve conicidade, sendo que é perceptível uma redução gradual do diâmetro da câmara quando se inicia o cano propriamente dito. A própria Boito trata o material, nesta área, de forma diferente do cano, que é polido, para diminuir os efeitos corrosivos, uma vez que a temperatura na boca do cartucho é muito alta. Na dúvida, quando não se tem certeza ou dados do fabricante, acho que devem ser empregados os cartuchos corretos. Abraços.

    Carlos F P Neto

    29/10/2013 at 8:04

  42. Prezado Carlos, tenho uma dúvida. Recentemente a CBC tem disponibilizado ao mercado civil a munição para espingarda do tipo “Magnum”, cujo comprimento do estojo é de 3″. No site desse fabricante está dito enfaticamente que não se deve usar essa munição em espingarda com câmara de 2 3/4″ (70mm), que é o caso das espingardas Boito. O argumento é que a abertura do cartucho pode ser prejudicada e gerar sobrepressão na câmara. Não vejo sentido nisso, uma vez que o diâmetro interno da câmara se confunde com o diâmetro do cano, ou seja, não existe diferença entre câmara e cano que prejudique a abertura do cartucho na hora do tiro. Tenho usado esse cartucho em espingardas de 2 ¾” e até agora foi tudo normal. Gostaria da sua opinião sobre isso.

    Daniel

    29/10/2013 at 7:27

  43. Juliano, não há inscrições do calibre na arma? Só medindo o diametro, não dá para saber qual o calibre correto pois a diferença entre os diâmetros do 38WCF e do 44WCF é muito pequena.

    Carlos F P Neto

    26/10/2013 at 17:08

  44. Ola a munição correta para a Winchester 1892 seria 38-40 ou 44-40? diâmetro interno do cano de 11 mm

    Juliano

    26/10/2013 at 15:40

  45. André, a princípio é simples. Basta reduzir o comprimento do cartucho de 23mm para 15mm. Apesar de que os .32 S&W originalmente são um pouco maiores no diâmetro, por volta de 0,10mm, isso não fará diferença. A CBC usa a pólvora 216 em ambos, com 2,1 grains do longo e 1,5 no curto. Apesar de que o projétil .32 S&WL é cerca de 10 grains mais pesado, pode-se deixar a carga padrão de 1,5 grains, mesmo.

    Carlos F P Neto

    12/10/2013 at 17:40

  46. Sr. Carlos, boa tarde. É possível adaptar o cartucho do calibre 32 S&W Long (item 3 de sua tabela) para 32 S&W curto (item 2 de sua tabela), o serrando ou desgastando? Se positiva a resposta, é possível o uso em revolveres antigos como os Smith & Wesson Double Action? Muito obrigado e parabéns pelo trabalho. Abraço André

    André M F

    12/10/2013 at 17:20

  47. Levy, boas e interessantes informações, servindo como alerta ao uso inadequado de cartuchos em armas diferentes das quais foi designado. Grato pelo apoio.

    Carlos F P Neto

    24/09/2013 at 22:00

  48. O cartucho .32Auto (7.65 Browning)é do tipo semi-rimmed (tem um meio culote), o que permite o cartucho ser carregado no tambor de revólveres .32S&W, .32S&W Long (.32 Colt New Police, .32NP) e .32 H&R Magnum e disparado. O cartucho .32S&W foi criado em 1896, usando pólvora negra, e as suas cargas de fábrica usando pólvora sem fumaça manteve a relativa baixa pressão das cargas de pólvora negra, assim, os revólveres .32S&W e .32S&W Long (aqui no Brasil quase todos muito antigos) podem, conforme observado pelo sr. Carlos F P Neto, serem danificados (até ter o tambor arrebentado) ao disparar cartuchos .32 Auto.

    Levy Pereira

    24/09/2013 at 20:03

  49. Luiz Felipe, apesar de eu não ter entendido bem sua pergunta, o cartucho .32 Auto (7,65mm Browning) é para uso em pistolas, e não deve ser usado em revólveres cal. 32 S&W (32 curto). A pressão interna do .32 Auto é bem maior que no .32 S&W e por isso essa adaptação não é recomendada.

    Carlos F P Neto

    24/09/2013 at 19:04

  50. Ola preciso de uma informacao sobre projetil .32 e .32 curto. Tenho as duas porem a mais curta ta escrito .32 auto parece ser de 7.65 pistola coloquei esse projetil no tambor do revolve vi que se encaixo bem so q mais curta que outra mais msm calibre. Agora pergunta se aperta o gatilho sai fogo nao vai explodi na mao. Desculpe a ignorancia mais preciso saber. Obrigado quem me ajudar ai

    luiz felipe

    24/09/2013 at 17:28


ATENÇÂO: Identificação e/ou avaliações de armas, leia primeiro a Política de Avaliações, no final do menu de Artigos. Peças, reparos ou assistência técnica, consulte o fabricante de sua arma; questões sobre esse assunto não serão respondidas.